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O álbum “Quarto crescente” é a estreia discográfica da fadista Cláudia Leal, que canta há 22 anos, e que, entre os 12 temas, na sua maioria inéditos, conta com um da sua autoria, “O sal vem da saudade”.

Em declarações à Lusa, a fadista referiu que este “é um disco apaixonado” e que considerou “ter a maturidade necessária” para se ter abalançado a assinar a música e letra do tema com que fecha o CD, cita o Notícias ao Minuto.
Cláudia Leal estuda música desde a pré-primária e é filha de um músico, e à Lusa afirmou que assumir esta autoria corresponde a uma necessidade sua, refletindo “uma certa experiência de vida”.
O álbum inclui outros inéditos, letras e melodias, designadamente “Porque choras coração”, de Ricardo Maria Louro, que interpreta no Fado Menor, e “À procura de amor”, de Rui Manuel, com música de Ricardo Ribeiro.
Entre as participações especiais neste álbum, conta-se a de Rão Kyao no tema “A nossa lua”, uma letra de Mário Raínho, com música do próprio Kyao.
Outra participação especial é de Pedro Jóia, no tema “Quem não ama não vive”, de António Botto, com música de Jóia, que tem composto para Mariza e Ricardo Ribeiro, entre outros.
A fadista defendeu que “se tem que ter uma certa vivência para se cantar determinadas letras” e reconheceu que as letras que gravou para este CD, “estão marcadas, e não foram escolhidas ao acaso, refletem vivências e sentimentos”.
Para a fadista, dada a “profundidade psíquica que o fado exige” este “só devia ser cantado a partir dos 20 anos, que é quando se tem "alguma vida vivida, e até aí não há dores nem alegrias que se possam expressar com o impacto que o fado exige, e dar-lhes a necessária expressão cantando”.
O alinhamento do CD inclui ainda “Meias verdades”, letra de António Laranjeira e música de Rodolfo Godinho e Rogério Ferreira.
Referindo-se ao alinhamento, a fadista afirmou que foi uma opção “a escolha maioritariamente inéditos”, mas também dois temas de Fernanda Maria, uma das suas referências, de quem gravou “Bairros de Lisboa “ (Domingos Costa/Francisco Carvalhinho) e “Fado e Lisboa” (Guilherme Pereira da Rosa/ F. Carvalhinho) e no qual toca viola, e ainda de Maria Teresa de Noronha, “Fado das horas” (José António Sabrosa/Mª. Teresa de Noronha) e o "fado da defesa" (António Calém e J.A. Sabrosa).
A outra referência que citou foi Amália Rodrigues, de quem não gravou nenhum tema do seu repertório, neste CD.
“Os [temas] inéditos passaram pela escolha de pessoas que admiro muito, nomeadamente Rão Kyao, a quem fui buscar uma melodia com quase 34 anos, e pedi depois ao grande poeta um poema, o Pedro Jóia, o Fernando Girão que assina dois temas, e o Rui Manuel para o qual o [fadista] Ricardo Ribeiro fez um fado tradicional, que é o Fado Cláudia”, disse.
A proposta é “um equilíbrio entre a tradição e a inovação, de temas onde o amor está muito presente, assim como Lisboa, que é a capital do fado”, rematou.
Entre os músicos que a acompanham, contam-se Carlos Manuel Proença, Daniel Pinto, Vicky Marques, Rogério Ferreira, Pedro Henriques, Rodolfo Godinho e José Manuel Neto.

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