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As canonizações de Francisco e Jacinta, hoje, pelo Papa Francisco, foram “uma confirmação por parte da hierarquia daquilo que o povo já sentia” e que manteve a fé em Fátima, disse a madre abadessa Maria José Reis.

Maria José Reis é a madre abadessa do Mosteiro do Imaculado Coração de Maria em Lisboa, da Ordem das Clarissas, à Estrela, onde outrora funcionou um orfanato que, em 1920, acolheu Jacinta, uma das três crianças que afirmou ter visto Nossa Senhora na Cova da Iria, em Fátima.
Jacinta, quando esteve neste orfanato voltou a afirmar que viu e falou com Nossa Senhora, e hoje o mosteiro faz parte dos itinerários dos peregrinos que vão a Fátima.
“Dantes este espaço era até mais conhecido pelos estrangeiros, que pelos portugueses, mas agora já não”, disse em entrevista à agência Lusa a madre abadessa clarissa, citam os media.
“O povo está contente porque de facto foi perseverante numa coisa que sempre acreditou, que foi a santidade os pastorinhos, e a Igreja só veio dizer ao povo, vocês têm razão, nós confirmamos esta santidade, aquilo que sempre proclamaram, nós confirmamos; é por isso que eu acho que o povo que acreditava vai continuar a acreditar e os que não acreditam e não querem acreditar ficam na mesma”, sentenciou a madre abadessa.
A religiosa sublinhou o facto de “apesar de tudo o que se disse e escreveu contra Fátima”, as pessoas “nunca deixaram de acreditar e ter fé” e, atualmente, “são os netos dos que iam em 1917 que continuam” a peregrinar a Fátima.
Questionada sobre se estas novas canonizações vão chamar mais pessoas à Igreja e à oração ou até a aumentar as vocações, a madre abadessa clarissa considerou que não, e explicou: “A vida move-se e constrói-se pelo espírito e para o espírito. Deus é muito mais que todas estas notícias”.
“Poderá haver pessoas que se venham a aproximar-se mais da Igreja, e que venham até a transformar-se, mas penso que não. A vida vai continuar o seu ritmo normal, dentro e fora da Igreja”, afirmou.
“Para o povo que tem fé, que vive a dimensão eclesial com amor e conhecimento, a notícia da canonização foi uma alegria, mas não é por aí que aumenta a fé, se já iam a Fátima, é porque acreditavam que os pastorinhos eram santos; acreditavam que eles eram videntes, falaram com Nossa Senhora, daí a transformação que eles tiveram, é expressão que nos indica que eles são santos”.

Foto: DR/FMS

 

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