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O álbum d’Os Músicos do Tejo, que regista a primeira gravação do “scherzo pastorale" ou serenata “Il Trionfo d'Amore", de Francisco António de Almeida (1702-1755), está nomeado para o prémio da crítica alemã, informou o Notícias ao Minuto.
O CD, editado pela Naxos, foi apresentado em outubro passado na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e sucede ao da ópera cómica "La Spinalba", também do compositor Francisco António de Almeida.
O álbum “integra a lista dos nomeados para a ‘Bestenlisten’ da ‘Preis der Deutschen Schallplattenkritik’, na categoria de ópera antes de 1800”, informou o grupo português.
O CD d’Os Músicos do Tejo compete com os álbuns “Don Quichotte chez la duchesse. Le concert spirituel”, de Boismortier, pelo trio Niquet, “Orfeo ed Euridice”, de Gluck, pelo Accentus Chamber Choir e a Insula Orchestra, sob a direção de Laurence Equilbey, com os solistas Franco Fagioli, Malin Hartelius e Emmanuelle De Negri, e ainda com “’Orfeo’, ‘Ulisse’ & ‘Poppea’”, de Monteverdi, pela Komische Oper Berlin, sob a direção de Barrie Kosky, e a "Zaïs", de Prégardien, pelo grupo Les Talens Lyriques, sob a direção de Christophe Rousset, com a participação do Chœur de Chambre de Namur, e os solistas Julian Prégardien, Sandrine Piau, Aimery Lefèvre, Benoît Arnould, Amel Brahim-Djelloul, Hasnaa Bennani, Zachazy Wilder.
A gravação de “Il Trionfo d’Amore”, contou, entre outros, com a participação da soprano Ana Quintans, do grupo português Voces Caelestes, e d'Os Músicos do Tejo, sob a direção de Magalhães.
"Il trionfo d'amore", foi estreado no Palácio da Ribeira, em Lisboa, em dezembro de 1729, e é apontado pel'Os Músicos do Tejo como "um tesouro do património barroco português".
Sobre a serenata, Os Músicos do Tejo afirmam tratar-se de uma "obra particularmente luxuriante e atrativa com o uso de uma orquestra numerosa com cordas, oboés, flautas de bisel, trompas e a presença imponente de trompetes e coro ".
Do compositor Francisco António de Almeida poucos registos biográficos existem, sabendo-se, no entanto, que foi um dos jovens compositores que teve os seus estudos em Roma financiados pelo Rei D. João V em 1722, onde foi muito elogiado pelas composições para concertos e música sacra.
O Preis der Deutschen Schallplattenkritik é atribuído desde 1963, distinguindo atualmente 29 categorias. Mariza por duas vezes e Mísia são alguns dos nomes nacionais que já receberam este prémio, assim como os Stockholm Lisboa Project, ensemble que integra músicos portugueses.
Os vencedores são comhecidos no dia 12 de fevereiro.

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