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Camané, a preparar um novo álbum, atua pela primeira vez no México, neste fim de semana, no âmbito do Mérida Fest, na cidade de Mérida, no sul do México, noticiou o Observador.

O criador de “Sei de um rio” (Pedro Homem de Mello/Alain Oulman) atua no sábado, às 22:30 locais, na Plaza Grande da cidade, e no domingo, às 19:00, no Teatro Fantasio.
Camané, já distinguido com três prémios Amália, entre os quais o de Melhor Intérprete, é acompanhado à guitarra portuguesa por José Manuel Neto, à viola, por Carlos Manuel Proença e, no contrabaixo, por Paulo Paz.
Camané atuou recentemente em Espanha, onde tem mantido um calendário regular de concertos. Em dezembro passado estreou-se na Rússia, tendo atuado na sala Svetlanov, em Moscovo.
Também no ano passado o realizador Bruno de Almeida, autor da metragem "Amália em New York", estreou um documentário sobre o fadista, intitulado “Fado Camané”.
Em abril de 2013, Camané editou o duplo CD “O Melhor de”, que inclui alguns dos seus temas de referência como “Mais um fado no fado”, “Marcha do Bairro Alto — 1995?, “Lembra-te de mim”, “Senhora do Livramento” e “Escada sem corrimão”, ao lado de inéditos como “Ai, Margarida” (Álvaro de Campos/Mário Laginha).
Camané começou a cantar fado e a gravar ainda jovem, fortemente influenciado pelo meio familiar. Em 1979, venceu a Grande Noite do Fado de Lisboa, tendo participado, na década de 1980, em várias produções teatrais de Filipe la Féria, como "Grande Noite", "Maldita Cocaína" e "Cabaret".
Recentemente numa entrevista ao jornal Público, Bruno de Almeida revelou que Amália Rodrigues viu-o num destes espetáculos e insistiu paar gravar para a então EMI/Valentim de Carvalho.
Em 1995, com o CD “Uma noite de fados”, gravado ao vivo no Palácio das Alcáçovas, em Lisboa, sede da EMI/VC, iniciou uma parceria regular com o músico José Mário Branco, como produtor, que se mantém até hoje.
Em 1998, editou “Na Linha da vida”, que a imprensa considerou um dos melhores álbuns do ano e que incluiu fados como “Eu não me entendo” ou “Senhora do Livramento”. Em 2008, editou “Sempre de mim”, em que interpretou poetas como Luís Macedo e Pedro Homem de Mello, e resgatou composições inéditas de Alain Oulman, compositor exclusivo de Amália Rodrigues, falecido em 1990.
Ao longo da sua carreira, até janeiro de 2015, entre álbuns de estúdio, gravados ao vivo e um em que fez uma primeira compilação do seu repertório, “The art of Camané – The prince of fado”, editado em 2004 pela Hemisphere, o fadista soma 12 álbuns, excluindo os discos gravados na juventude.
Camané tem feito incursões noutros géneros musicais. Em 2012 atuou no Festival Île de France, em Paris, numa homenagem a Cesária Évora, acompanhado pelos músicos da cantora cabo-verdiana, e foi um dos escolhidos para integrar o projeto “Humanos”, com Manuela Azevedo e David Fonseca, que recuperou temas inéditos de António Variações, 20 anos após a morte deste autor.
Em março próximo, o fadista regressa aos Estados Unidos, onde atuou pela primeira vez em 2011. Além dos palcos norte-americanos, a digressão do criador de “A guerra das rosas” passa também pelo Canadá.

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