Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Violinista Bruno Monteiro. 

 

O violinista Bruno Monteiro toca no dia 12 às 18:00 na Casa Verdades Faria-Museu da Música Portuguesa, no Monte Estoril, em Cascais, a Integral de Fernando Lopes-Graça para Violino, incluindo as peças com acompanhamento de piano, a cargo de João Paulo Santos. A Casa Verdades-Faria-Museu da Música Portuguesa o espólio do compositor tomarense, por sua expressa vontade.
Os dois músicos gravaram recentemente em CD a obra integral de Fernando Lopes-Graça para violino e piano, que foi editado em março passado.
Na ocasião, o violinista Bruno Monteiro disse à Lusa que obra de Lopes-Graça “é difícil, pois exige que se una a parte técnica à intelectual”.
Fernando Lopes-Graça (1906-1994) “é um compositor muito difícil de interpretar", disse o músico, que acrescentou em seguida: "É extremamente virtuosístico para ambos os instrumentos, extremamente culto e rebuscado".
"Fazer a música soar convincente foi um trabalho muito exaustivo da nossa parte”, rematou.
O recital de sábado abre com Quatro Miniaturas para Violino e Piano e serão ainda interpretadas a Sonatina n.º 1, para Violino e Piano, Pequeno tríptico, para Violino e Piano, Esponsais, para Violino Solo, e “Trois Pièces”, para Violino e Piano, que encerra a primeira parte.
Na segunda parte, os dois músicos interpretam o Adagio doloroso e Fantasia para Violino e Piano e a Sonatina n.º 2, para Violino e Piano, o Prelúdio e Fuga, para Violino Solo, e encerram o recital com Prelúdio, Capricho e Galope, para Violino e Piano.
Bruno Monteiro, natural do Porto, concluiu o curso de violino na classe de Carlos Fontes com 20 valores e trabalhou posteriormente com Gerardo Ribeiro. Com um mestrado em "violin performance", pela Manhattan School of Music, de Nova Iorque, aperfeiçoou-se em Chicago, com o violinista israelita Shmuel Ashkenasi.

 

Pianista João Paulo Santos.


João Paulo Santos, pianista e regente, recebeu em 2000 o Prémio ACARTE/Gulbenkian, fez estreias absolutas de obras de compositores portugueses, nomeadamente de António Chagas Rosa, António Pinho Vargas, Eurico Carrapatoso e Clotilde Rosa. Como maestro, João Paulo Santos dirigiu, em Portugal, óperas como "A Raposa", de Stravinsky, "Hanjo", de Hosokawa, e "Albert Herring", de Benjamin Britten. No âmbito da música de câmara, trabalha habitualmente com a violoncelista Irene Lima, além de Bruno Monteiro, e com a soprano Ana Ester Neves, no repertório da canção e do "lied". Com Bruno Monteiro constituiu uma dupla que trabalha regularmente há 12 anos, tendo publicado, em disco, entre outras gravações, obras para violino e piano de Óscar da Silva e Armando José Fernandes, Robert e Clara Schumann, assim como de Karol Szymanowski, Ernest Bloch e Erich Korngold, Ernest Chausson, Johannes Brahms, Gabriel Fauré, César Franck, Edvard Grieg, Ottorino Respighi, Richard Strauss e Camille Saint-Saëns.

 

Fotos:MMP/FMS

Autoria e outros dados (tags, etc)




Bem-vindo


Parcerias


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D

Visitas

Flag Counter