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Bruno Igrejas apresenta, no domingo, às 21:30, no adro do Panteão Nacional, o seu novo álbum, “Fatum”, que definiu à Lusa como “um reflexo da carreira que tem trilhado há 15 anos”, noticia o Correio da Manhã.

“Este CD, que também é uma homenagem ao grande fadista Manuel Fernandes [1921-1994], que é uma referência para mim, reflete 15 anos de carreira, na medida em que inclui fados tradicionais, e com refrão”, disse o fadista, natural do bairro lisboeta de Alfama.
Bruno Igrejas, que, entre outros temas, gravou neste novo álbum o inédito de Carlos Mendonça e Tiago Simões “Canta comigo Lisboa”, é acompanhada, na guitarra portuguesa, por Pedro Dias, na viola, por Tiago Tomé e, no contrabaixo, Rafael Morgado.
O álbum, editado pela Ovação, é constituído por onze temas, e, além dos inéditos da autoria de António Rocha, Ângelo Freire e Daniel Gouveia, e recria temas de repertórios de outros fadistas, nomeadamente de Manuel Fernandes, falecido há 20 anos.
Manuel Fernandes é o meu ídolo”, disse Bruno Igrejas, que resgatou do repertório deste fadista “O pinoia”, de Frederico de Brito, e a “Marcha fadista”, de Brito e Jaime Santos.
Este álbum, que sucede a “Nosso fado” (2006), recria ainda “O cravo de S. João”, de Aníbal Nazaré e Martinho d’Assunção.
Carlos Mendonça é o único autor que bisa a participação, assinando também “Teus olhos”, que Bruno Igrejas canta no Fado Macau, atribuído a Adriano Sequeira.
De António Rocha, distinguido com o Prémio Amália Carreira, em 2006, Bruno Igrejas canta “Diz-me porquê mentirosa”, na melodia do Fado Rigoroso, de José Marques.
Do guitarrista Ângelo Freire, Bruno Igrejas gravou a letra “No movimento do adeus”, no Fado Zé Negro, de Amadeu Rami, e, de Daniel Gouveia e Vítor Lourenço, “Lava a camisa com jeito”, no Fado Nazaré, de José Fontes Rocha.
À Lusa, o fadista afirmou que, neste CD, “há uma maior presença do fado tradicional – sete em onze temas", mas prefere “cantar o fado musicado ou com refrão”.
Outra homenagem que o fadista presta, neste CD, é ao bairro onde nasceu e onde vive, Alfama, em Lisboa, tendo gravado “Minha Alfama velhinha”, de Leonel Moura, no Fado Isabel, de Fontes Rocha.
A escolha de repertório, “com calma e atento aos poemas e à sua ligação com a melodia”, e a gravação do CD levaram cerca de dois anos, disse o fadista, que gravou acompanhado pelos músicos David Ribeiro (guitarra portuguesa), André Ramos (viola), Ângelo Freire (viola, baixo acústico e guitarra portuguesa) e António Oliveira (baixo acústico).
A produção é de Tiago Simões, que assina alguns dos arranjos musicais, assim como André Ramos e Ângelo Freire.
Bruno Igrejas afirmou à Lusa que, nascido em Alfama, encontrou clara e facilmente o gosto pelo fado, que considera a sua realização, e todas as noites canta num dos restaurantes típicos daquele bairro, considerando as casas de fado a melhor escola deste género musical, pois ombreia com outros nomes: “Trocam-se impressões e aprende-se sempre”.
Para o fadista de 31 anos, “o fado é uma permanente aprendizagem, até porque se renova constantemente”.
Referindo-se ao álbum, Bruno Igrejas afirmou que é “um trabalho mais consolidado, fruto de uma aprendizagem constante”, mas “é também a concretização de um sonho”, acrescentando que está “emocionado” por o apresentar ao ar livre, “num dos espaços emblemáticos de Alfama e de Lisboa”.

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