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A obra poética “história do século vinte”, de José Gardeazabal, que venceu o Prémio Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM)/Vasco Graça Moura em 2015, é apresentada no dia 07 de abril, quinta-feira à tarde, em Lisboa.

A apresentação, às 18:00, na Biblioteca da Imprensa Nacional, ao Príncipe Real, conta com a presença do autor, e a participação de dois dos membros do júri, José Tolentino Mendonça, que presidiu, e Jorge Reis-Sá. Pedro Mexia foi o terceiro jurado.
José Tolentino de Mendonça referiu-se à obra vencedora da seguinte forma: “Amplidão e concisão parecem indicações opostas, tal como o tempo do discurso e o tempo do fragmento, o cânone da escrita da história e aquele que cartografa o poema. Em ‘história do século vinte’, porém, há uma poética que arrisca alimentar e transcender o esquema das oposições, num exercício invulgar, notável e vertiginoso, que conduz a literatura para um lugar novo”, segundo o Notícias ao Minuto.
Sobre si afirmou o autor: “José Gardeazabal nasceu e vive em Lisboa. Trabalhou, estudou e viveu — não necessariamente por esta ordem — em Luanda, Aveiro, Boston e Los Angeles. Escreve ficção, teatro, poesia e outros textos. Publicou o seu primeiro texto na revista Granta. O seu primeiro livro publicado é ‘história do século vinte’”.
José Gardeazabal abre a obra poética com duas citações, uma de Guillaume Apolinaire, vinda de “Zona” – “ a vigésima pupila dos séculos sabe ao que quer chegar/Transformado em pássaro […) eleva-se no ar”, e outra de Jorge Luís Borges, de “A rosa perpétua”, “Depois a história universal. Agora”.
As obras vencedoras do Prémio INCM/Vasco Graça Moura, da edição de 2015, são editadas na nova coleção Plural, dado que a edição de 2015 do prémio foi dedicada à poesia.
A coleção Plural foi criada em 1982, precisamente por Vasco Graça Moura, então administrador da INCM responsável pelo setor editorial e esteve ativa até ao final da década, tendo “acolhido obras de novos mas já promissores autores, hoje autores confirmados”, realçou à Lusa fonte da INCM.
A INCM, em comunicado enviado à Lusa, justifica a decisão de fazer reviver esta coleção, “pelo facto de o seu objetivo coincidir no tempo com a criação do Prémio INCM/Vasco Graça Moura em 2015”.
“É desígnio da nova Plural publicar as obras poéticas distinguidas no âmbito do prémio, e também outras obras de qualidade reconhecida, que não encontraram ainda a justa oportunidade de publicação ou que são de acesso difícil para o público português”.
“Esta coleção renasce como espaço dedicado à poesia do grande universo da Língua Portuguesa e em homenagem à memória plural do renascentista português dos séculos XX e XXI, que foi Vasco Graça Moura, que tanto se destacou na poesia, como no ensaio e na tradução de grandes clássicos”,
No âmbito desta coleção, é também editada a obra “Fade out”, de Alexandre Sarrazola, que mereceu uma Menção Honrosa por parte do júri.
“Esta obra será também apresentada em data a anunciar”, disse à Lusa fonte da INCM.
A edição deste ano do Prémio irá distinguir uma obra na área do ensaio em Ciências Sociais e Humanas e, em 2017, será a vez da tradução, área em que o patrono do galardão se notabilizou, anunciou a INCM.

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