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António Chainho abre o ciclo “Um músico, um Mecenas”, do Museu da Música, no próximo dia 13 de maio, com um concerto em que interpretará peças suas, numa guitarra portuguesa construída em 1959 por Joaquim Grácio.

O Museu da Música afirma que "estes concertos são autênticas viagens à [sua] coleção, conduzidas por grandes intérpretes nacionais e internacionais, que atuam 'pro bono', e dão a conhecer os instrumentos através de concertos comentados e de uma contextualização histórica estendida, muitas vezes, ao repertório escolhido”.
"A interpretação, a necessária manutenção dos instrumentos musicais e a comunicação da história de cada um deles são fatores intimamente ligados" a este ciclo, e resultam de "uma ação concertada entre o Museu da Música e os Mecenas do ciclo, músicos, construtores/restauradores e outros parceiros”.
Neste ciclo, que se prolonga até dezembro, todos os concertos são ao sábado, excetuando o celebrativo do Dia Internacional dos Museus, no dia 18 de maio, protagonizado por Maria José Falcão, que vai tocar o violoncelo Stradivarius, de 1725, do Rei D. Luís, e por Anne Kaasa, com um piano Bechstein, de 1925.
Maria José Falcão e Anne Kaasa vão interpretar peças de Luigi Boccherini, Frédèric Chopin e Cesar Franck.
No dia 10 de junho, Helena Raposo acompanha, numa tiorba Buchenberg de 1608, a soprano Orlanda Velez Isidro, num recital que inclui composições de John Dowland, Henry Purcell, Giulio Caccini e Claudio Monteverdi.
Quatro violoncelistas do Prémio Jovens Músicos atuam no dia 15 de julho: Gonçalo Lélis e Marco Pereira tocam o violoncelo Galrão, do século XVIII, Fernando Costa, o violoncelo Lockey Hill, do século XIX, que pertenceu a Guilhermina de Suggia, e Teresa Valente Pereira, o violoncelo Sanhudo, também do século XIX.
“Neste concerto intitulado ‘Sons com história’, os violoncelistas vão percorrer várias épocas e estilos musicais, desde a música clássica a Astor Piazolla”, escreve o museu.
No dia 09 de setembro, o espanhol Tony Millán toca música ibérica para cravo do século XVIII, no cravo Antunes, de 1758.
No Dia Mundial da Música, 01 de outubro, realiza-se no museu, instalado na estação de Metropolitano do Alto dos Moinhos, um recital por Filipe Quaresma, com o violoncelo Stradivarius, e António Rosado, que utilizará o piano Bechstein, de 1922, que pertenceu ao compositor Luís de Freitas Branco.
O recital vai assinalar a edição do novo CD de Filipe Quaresma e António Rosado Sonata com Sonatas para violoncelo e piano de Luís de Freitas Branco e César Franck.
No dia 04 de novembro, tocam o pianista Duarte Pereira Martins, no Bechstein de 1925, Daniel Bolito, e Nuno Cardoso, no violoncelo Lockey Hill, num recital dedicado a Joseph Haydn e Franz Schubert.
Também em novembro, no dia 22, José Carlos Araújo vai estrear o recém-restaurado cravo Antunes, de 1789, com música portuguesa do século XVIII.
O ciclo encerra com o programa “Tormentos, congojas y tristezas”, interpretado por Diana Vinagre e Miguel Jalôto.
Diana Vinagre toca o violoncelo que pertenceu a D. Luís, e Jalôto, o pianoforte Van Casteel, de 1763.

Fotos: DR/FMS

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