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André Baptista, distinguido no ano passado com o Prémio Amália Revelação, atua na sexta-feira, dia 19 de junho, no Casino da Figueira da Foz, onde fará uma retrospetiva desde a sua estreia, há dez anos.

“No palco da Figueira da Foz irei apresentar temas dos dois álbuns que editei e ainda alguns temas que fazem parte do meu repertório e que canto todos os dias na casa de fados onde atuo, fazendo uma retrospetiva desde que me estreei há dez anos, num restaurante em Porto Covo [nos arredores de Sines]”, disse à Agência Lusa o fadista.
No palco do Casino da Figueira, o criador de “Vivendo-me a vida” será acompanhado à guitarra portuguesa por Guilherme Banza, à viola, por André Ramos, e à viola baixo, por Nando Araújo
Para André Baptista, ser fadista “é uma convicção” e considera que a carreira já lhe proporcionou “mais do aquilo que imaginava”.
“O fado é a minha paixão, e nunca pensei em fazer metade daquilo que fiz até hoje, basicamente eu gostava de cantar e as coisas foram surgindo, e fiquei feliz com as oportunidades que tenho tido, mas como não tinha nenhuma expectativa, estou feliz com o que tenho alcançado”, disse.
Uma das suas maiores satisfações foi ter recebido, no ano passado, o Prémio Amália Revelação.
“Foi uma surpresa; uma distinção que muito me honrou, mas acrescentou mais responsabilidade, e é um incentivo para continuar”, declarou à Lusa.
André Baptista estreou-se discograficamente em 2009, com o álbum “Um fado nasce”, produzido pelo fadista Gonçalo Salgueiro, cujo alinhamento foi totalmente preenchido por composições de Alberto Janes, do repertório de Amália Rodrigues, nomeadamente “Vou dar de beber à dor”, “Caldeirada”, “É ou não é”, “Ao poeta perguntei”, “Oiça lá ó senhor vinho” e “Foi Deus”.
Em 2013 editou “Gentes do fado”, álbum no qual gravou êxitos de vários fadistas que admira, como Frei Hermano da Câmara, Teresa Tarouca, Tristão da Silva, Fernanda Maria e Amália Rodrigues, entre outros. Este CD, editado também pela CNM, inclui um dueto com Gonçalo Salgueiro, “Túnica negra”.
O fadista reconhece que, “dada a grande oferta que atualmente há [na área fadista] os espetáculos escasseiam, e torna-se mais complicado”, mas considera que “há espaço para todos”.
André Baptista defende “o peso da tradição” na prática fadista e prefere cantar o fado tradicional “em temas de amor, sem o qual não se vive, e do quotidiano, que afinal é aquilo que o fado é, como tão bem exemplifica um fado do repertório de Fernanda Maria, ‘O fado é vida’, e é isso mesmo”.
Entre os projetos do fadista estão um terceiro álbum, para o qual está a recolher material, um espetáculo em Sines, no Baixo Alentejo, que considera a sua terra natal, pois nasceu em Lisboa, e gostava de atuar no Festival “Aqui mora o fado”, em Alfama, o bairro lisboeta onde canta todos os dias, na Casa de Linhares.

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