Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




12046647_941531789252426_798250329846547615_n.jpg

O álbum duplo “Para Amália”, de Mísia, editado em maio do ano passado, foi galardoado em França com o “Coup de Coeur” da Académie Charles Cros, divulgou a imprensa.

O duplo CD em que Mísia canta temas do repertório de Amália Rodrigues e inéditos - de sua autoria, Mário Cláudio, Tiago Torres da Silva e Amélia Muge -, tinha já obtido em França a máxima classificação da revista Télerama (quatro "clés"), e foi escolhido pela Inrockuptibles para fazer parte de uma lista de "10 Discos para refazer a Europa".
Mísia, já em 1995, com o álbum “Tanto menos tanto mais”, tinha recebido um prémio da Académie Charles Cros. Desta feita, o duplo CD “Para Amália” foi distinguido na categoria "Memória viva".
Refira-se que Amália Rodrigues foi a primeira artista portuguesa a ser distinguida pela Académie Charles Cros, em 1975, com o Disque d’Or pelo álbum “Com que voz”, no qual gravou, entre outras, composições de Alain Oulman e fados tradicionais, com poemas de Manuel de Alegre, Pedro Homem de Mello, Cecília Meirelles, Alexandre O’Neil, David Mourão-Ferreira e Luís de Camões.
Mísia, em março passado, atuou no auditório Cenal Resit Rey, em Istambul, onde apresentou o duplo CD “Para Amália”, e tem vindo a apresentar o álbum em vários palcos internacionais.
Este mês, a fadista fica por Lisboa a ensaiar a peça "Giosefine", numa dramaturgia e encenação de Guillermo Heras, que será levada à cena em agosto, no Teatro Régio, em Buenos Aires.
Este espetáculo teatral inspira-se na narrativa de António Tabucchi "Carta de Casablanca", do livro “O jogo do revés”.
Em maio, do ano passado, em declarações à Lusa, Mísia apresentou o CD como um tributo a Amália, cujo “contributo enorme para o fado podia ter ficado mais claro, quando foi declarado Património Imaterial e da Humanidade”, cita a RTP.
Mísia disse que o álbum é “uma prenda a Amália Rodrigues”, e salientou que para si “foi importante ter mais de 20 de anos de trabalho num reportório próprio” antes de abordar o de Amália, apesar de pontualmente ter já cantado temas da fadista falecida em 1999, nomeadamente “Lágrima” (Amália Rodrigues/Carlos Gonçalves).
A ideia do álbum surgiu em junho de 2014, quando Mísia apresentou no Festival de Fado de Madrid, o espetáculo “Tributo a Amália”, e em dezembro desse mesmo ano entrou em estúdio em Lisboa, acompanhada pelos mesmos músicos com que atuou em Madrid, Luís Guerreiro na guitarra portuguesa, Daniel Pinto, na viola e viola baixo, e Fabrizio Romano, ao piano.
O duplo álbum é constituído por um CD em que Mísia interpreta, acompanhada ao piano, as composições de Alain Oulman, e de alguns poetas eruditos que Amália gravou, e no outro CD, acompanhada à guitarra e à viola, o repertório mais tradicional da fadista, nomeadamente “À janela do meu peito”, “Flor de lua” e “Rosinha da serra de Arga”, do folclore minhoto.

Autoria e outros dados (tags, etc)




Bem-vindo


Parcerias


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D

Visitas

Flag Counter