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A Academia Portuguesa da História (APH), fundada em 1720, abri nesta quarta-feira o ano, com a apresentação dos novos membros, entre os quais Guilherme d'Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura e ex-presidente do Tribunal de Contas.

Guilherme d'Oliveira Martins, de 63 anos, é autor, entre outras, da obra “Na senda de Fernão Mendes, percursos portugueses no mundo”, e é recebido como académico de mérito, disse à Lusa a presidente da APH, a historiadora Manuela Mendonça, notriciou o Público.
A APH terá 12 novos académicos, entre eles, Fernando Branco, catedrático do Instituto Superior Técnico; Henrique Leitão, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, distinguido, em 2014 com o Prémio Pessoa; Hermínia Vilar, da Universidade de Évora; Leontina Ventura, da Universidade de Coimbra; e Hermenegildo Fernandes, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Dos novos membros fazem ainda parte três espanhóis, Marion Reder, da Universidade de Málaga; Jesús Varela, da Universidade de Valladolid; e David Cruz, da de Huelva. A lista inclui ainda o padre António Borges, de Oliveira do Hospital, e Pedro Marçal Vaz Pereira, historiador da área da Filatelia.
A cerimónia de receção aos novos acfadémicos abriu o ano de atividades regulares, designadamente as palestras, sempre às quartas-feiras, pelas 15:30, na sede da APH, o Palácio dos Lilases, ao Lumiar, em Lisboa.
A série é iniciada pela historiadora Maria Paula Lourenço, que, no dia 13 de janeiro, falará sobre “D. Luísa de Gusmão (1615-1666). Restaurar, reinar e educar”, a que se segue, no dia 20, o catedrático de História da Universidade de Coimbra João Gouveia Monteiro, que apresentará a comunicação “A Magna Carta - recordar um dos mais célebres pergaminhos do mundo, 800 anos depois”. No dia 27 de Janeiro, o académico de mérito Fernando Guedes apresenta a palestra “Uma casa de lavoura duriense nos começos do século XX”.

 

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O mês de fevereiro abre, no dia 3, com a ex-deputada Matilde de Sousa Franco, que falará sobre “Guilherme Elsden-Importância dos seus riscos das obras da Universidade de Coimbra”. No dia 17 de Fevereiro, a catedrática da Universidade de Coimbra Nair Castro Soares apresentará a comunicação “Conflitos ideológicos, políticos e religiosos no Renascimento”. O general António Barrento, académico de mérito, encerra o mês, no dia 24, com a palestra “As alterações de Évora e a independência nacional”.

Para o mês de março estão previstas outras três conferências, nomeadamente, “A cristianização do noroeste de Portugal anterior à reforma gregoriana e concomitante definição dos territórios paroquiais”, no dia 2, por Alberto Antunes Abreu, segue-se “D. Álvaro Pires de Castro, um fidalgo da Restauração”, pelo presidente do Instituto de História Económica e Social, Fernando Taveira da Fonseca, no dia 9, e, finalmente, no dia 16, “O governador de Mato Grosso, Luís Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres, e a fixação da fronteira oeste do Brasil”, pelo tenente-general Silvino da Cruz Curado.
A APH é uma instituição científica de utilidade pública, restaurada por decreto-lei de Maio de 1936, herdeira da mais antiga academia nacional, a Academia Real da História Portuguesa, fundada por D. João V, a 08 de Dezembro de 1720.

Foto: DR/FMS

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