Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]




 

300px-Academia_real_de_história_portuguesa.jpg

A Academia Portuguesa da História (APH) entrega na quarta-feira, dia 07 de dezembro, em Lisboa, numa sessão solene presidida pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, seis prémios que distinguem oito obras na área da historiografia.

O Prémio Fundação Calouste Gulbenkian divide-se em três áreas, cada uma com o valor pecuniário de 2.000 euros.
Em História Moderna e Contemporânea de Portugal foi distinguido Francisco José Gomes de Sousa Lobo, pela obra “A Defesa de Lisboa. Linhas de Torres Vedras, Lisboa, Oeiras e Sul do Tejo (1809-1814)”, em História da Presença de Portugal no Mundo, o distinguido foi Armando Tavares da Silva, pelo livro “A Presença Portuguesa na Guiné, História Politica e Militar (1878-1926)”, e em História da Europa venceu Paola Nestola, pelo ensaio “San Giuseppe da Copertino: dall’estrema Puglia al Portogallo (Sec. XVII-XIX)”, segundo um comunicado da APH enviado à Lusa, cita a Renascença.
O Prémio Joaquim Veríssimo Serrão/Fundação Engenheiro António de Almeida, para História, no valor de 1.500 euros, foi atribuído a Rui Figueiredo Marcos, pela “História da Administração Publica”.
Os investigadores Carlos Guardado da Silva e José Manuel Vargas, pela obra “O Foral Novo: Torres Vedras: 1510”, vão receber o Prémio Professor Doutor Pedro da Cunha e Serra, no valor de 500 euros. Este galardão destina-se a novos títulos na área dos Estudos de Onomástica, Antroponímia ou Arabismo.
O Prémio Augusto Botelho da Costa Veiga, no valor de 750 euros, atribuído bienalmente, distinguiu este ano o investigador Miguel Gomes Martins, pelo livro “Guerreiros de Pedra. Castelos, Muralhas e Guerra de Cerco em Portugal na Idade Média”.
Também atribuído bienalmente, o Prémio Professor Doutor Francisco da Gama Caeiro, no valor de 1.500 euros, foi atribuído a Maria da Graça Antunes Silvestre Vicente, pela obra “Povoamento e Propriedade Entre o Zêzere e o Tejo (Séculos XII-XIV)”.

 

562500_10150880348213624_1704088153_n-e14074562145

 

Palácio dos Lilases, ao Lumiar, onde funcionaa  APH. 


Finalmente, o Prémio Lusitania de História, também no valor de 1.500 euros, vai para o historiador José Pedro de Matos Paiva, pela coordenação da “História da Diocese de Viseu”.
Pela primeira vez este ano, decidiu a APH "atribuir a designação de Menção Honrosa", sem qualquer valor pecuniário, às publicações “O Teatro Numa Aldeia da Beira – Do Theatro Sernachense ao Theatro Taborda”, de Pedro Marçal Vaz Pereira, “História da Santa Casa da Misericórdia de Pombal (1628-1910)”, de Ricardo Jorge Carvalho Pessa de Oliveira,“Os Descobrimentos e as Origens da Convergência Global/The Discoveries and the Origins of Global Convergence”, obra coordenada por Amândio Jorge Morais Barros, e “Mulheres dos outros: os viajantes cristãos nas terras a oriente”, de Susani Silveira Lemos França.
A APH é uma instituição científica de utilidade pública, restaurada por decreto-lei de maio de 1936, herdeira da mais antiga academia nacional, a Academia Real da História Portuguesa, fundada por D. João V, a 08 de dezembro de 1720.

 

Fotos; D.R./FMS

Autoria e outros dados (tags, etc)




Bem-vindo


Parcerias


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D

Visitas

Flag Counter