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A Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado (AGPF) apresenta, na quarta-feira, dia 05, uma antologia do poeta João Fezas Vital (1947-1994), autor, entre outros, de “Esquina de Rua”, uma criação de Carlos Macedo.

A obra é o segundo volume da coleção “Poetas de Fado”, uma iniciativa da academia, inaugurada em novembro do ano passado, com uma antologia de Isidoro Maria d’Oliveira, autor, entre outros, de “Os Saltimbancos”.
A antologia de Fezas Vital, que inclui vários poemas inéditos, é apresentada no dia 05, quarta-feira, às 18:30, na Livraria Férin, em Lisboa, numa sessão que conta com a participação do presidente da AGPF, Nuno Siqueira, que interpretará alguns fados, assim como Helena Favila, Daniel Gouveia e João Braga, que serão acompanhados por António Luís Gomes,

João Fezas Vital, que este ano este ano 70 anos, foi um poeta “talentoso e apaixonado”, segundo o fadista João Braga, que assina o prefácio.
Na opinião de João Braga, a celebrar 50 anos de carreira artística, “João Fezas Vidal não se limitava a ser um poeta inspirado, tinha uma veia de humor muito especial”.
João Braga gravou, de Fezas Vital, “Ao Fado Dei a Minha Voz”, na melodia tradicional do Fado das Horas, de Maria Teresa de Noronha, e “Estou Sempre de Passagem”, que interpreta no Fado Varela, de Renato Varela, entre outros poemas.
Segundo fonte da AGPF, João Braga “é um dos fadistas que mais cantou o poeta". Maria da Fé, Teresa Siqueira, Vasco Rafael, Helder Cruz, Carlos Guedes Amorim e Rodrigo são outros fadistas que gravaram poemas de João Fezas Vidaguitarra portuguesa, e Fernando Heleno, à viola


 

A primeira parte do livro é constituída por 31 poemas que foram gravados, “na sua grande maioria cantados em clássicas músicas de fado tradicional ou em melodias de fado musicado”, segundo texto da AGPF, que afirma ter incluído também os poemas que foram musicados em melodias que se afastam da linguagem fadista, mas que, pela “sua estrutura poética – quadras, quintilhas ou sextilhas –, permite perfeitamente que venham a ser cantadas em músicas de fado”.

“Inversamente foram excluídas desta compilação, as letras gravadas que, nem poética, nem musicalmente, se enquadram no conceito, ainda que lato, de fado”, lê-se no mesmo texto.
Nesta primeira parte encontra-se “Esquina de Rua”, uma criação de Carlos Macedo, no Fado Pedro Rodrigues, e que foi gravada na mesma melodia por Vasco Rafael, Pedro Viola, Amélia Maria e por Camané, que optou pelo Fado Tango, de Joaquim Campos, para cantar estas quintilhas.
A segunda parte é constituída por “letras inéditas” que, “pela sua estrutura poética e pela natureza do seu conteúdo, [são] suscetíveis de ser cantadas em música de fado tradicional”, escreve a AGPF.
A academia esclarece que “a fixação destes textos foi feita a partir de três suportes documentais: algumas aras) declarações de obra apresentadas à Sociedade Portuguesa de Autores, vários papéis datilografados e numerosos manuscritos existentes no espólio do autor”.
Entre estes poemas, num total de 36, encontra-se “Bailador” que o poeta dedica ao fadista e guitarrista José Pracana, falecido em dezembro último, com indicação para ser cantada na marcha de José Marques do Amaral.

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