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O romance “Os meninos que enganavam os nazis”, de Joseph Joffo, baseado em factos reais, ocorridos em 1941, na cidade de Paris, ocupada pelas tropas alemãs de Hitker, é publicado hoje pela Editorial Presença.

A obra foi adaptada ao cinema pelo realizador francês Christian Duguay, em que o autor participou no argumento,  contando com os desempenhos de Dorian Le Clech, Batyste Fleurial e Patrick Bruel, entre outros.

“Un sac de billes” é o título original deste drama autobiográfico de Joseph Joffo, originalmente editado em 1971.

A obra descreve “a luta pela sobrevivência contada por um menino judeu na França ocupada pelos nazis”, refere a editora portuguesa.

Joffo é “um respeitado barbeiro judeu, que decidiu dispersar a família de forma a evitar o destino cruel que os esperava a todos, e depois da fuga dos filhos mais velhos, perante o perigo sempre à espreita, Joseph, de apenas dez anos, e Maurice, de doze, deixam também a capital, entregues a si próprios, para tentarem escapar à brutalidade e à morte”.



 

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A obra “Francisco Ribeiro, ‘Ribeirinho’ – o Instinto do Teatro”, de Ana Sofia Patrão, traça o percurso deste ator e encenador, naquela que foi “a dimensão fundamental da sua existência” e que se “revelou através do palco.

A abrir a obra, publicada em parceria pela Fundação Inatel e pela Guerra e Paz, a autora esclarece: “será do homem de teatro que, em exclusivo, se tratará, deixando para outros lugares as suas experiências cinematográficas”, como o filme “O Pátio das Cantigas” (1942), realizado pelo próprio, ou “O Pai Tirano” (1941), de António Lopes Ribeiro.

O livro partiu da dissertação de mestrado em Estudos de Teatro, apresentada na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 2012, e aborda o período de trabalho “mais profícuo” de Ribeirinho (1911-1984) enquanto homem de teatro e que se baliza entre 1936 e 1960, altura que recebeu entre outros, o Prémio Eduardo Brazão, em 1959.

A autora considera que Ribeirinho esteve em plena atividade de 1929 até 1982, mais de 50 anos de teatro, que “dificilmente caberiam” nas 258 páginas do livro, que inclui várias fotografias, entre elas, uma em que contracena com Paulo Renato e noutra com Alves da Cunha,

A companhia Teatro Nacional Popular, dirigida por Ribeirinho de 1957 a 1969, e que teve como seu espaço o Teatro da Trindade, em Lisboa, é um dos capítulos da obra, assim como o “renascer das cinzas” do Teatro Nacional D. Maria II, também na capital, e do qual foi diretor técnico de 1974 a 1979, quando completou 50 anos de carreira e levou à cena “O Lodo”, de Alfredo Cortez. A autora aborda ainda a figura de Ribeirinho num capítulo sobre “Teatro, Estado e Sociedade”, e um outro sobre o trabalho do ator/encenador com os mais jovens no final da carreira.

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