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A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) realiza, em 01 de janeiro de 2018, dois concertos de Ano Novo, em Lisboa, no Centro Cultural de Belém, às 11:30 e às 17:00, este já esgotado.

Além de Lisboa, a OML, dirigida pelo maestro Sebastian Perłowski, volta a tocar o programa de Ano Novo em Almada, no Teatro Joaquim Benite, no dia 04 janeiro, no Barreiro, no Auditório Augusto Cabrita Barreiro, no dia seguinte, no Porto, no Coliseu Porto, no dia 06, e, pela primeira vez, na Figueira da Foz, no Centro de Artes e Espetáculos, no dia 07.

O programa do concerto inclui composições de Johann Strauss II, Piotr Tchaikovsky, Antonín Dvořák e Wojciech Kilar.

O concerto abre com "Capricho Italiano", de Tchaikovsky, e inclui, também deste compositor russo, Marcha, Valsa das Flores e Dança Russa "Trepak", do bailado “O Quebra-Nozes”.

De Strauss II, serão interpretadas as polcas “Champanhe”, “Eljen a Magyar! (Viva a Hungria!)”, “Sob Trovões e Relâmpagos” e “Perpetuum mobile”. De Dvorák, as Danças Eslavas n.º 7 e n.º 8, e, de Kilar, “Orawa", para orquestra de cordas.

O programa da Figueira da Foz, no dia 07 de janeiro, inclui ainda “Inês, poemeto sinfónico”, de David de Sousa, compositor figueirense falecido há cerca de cem anos.

 

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O maestro Sebastian Perłowski, de 37 anos, terminou com distinção o curso de direção no Departamento de Ópera e Orquestra Sinfónica da Academia de Música do Instituto de Jazz Karol Szymanowski, em Katowice, na Polónia, onde foi aluno de Jan Wincent Hawel e de Dariusz Janus.

O maestro frequentou cursos de técnicas de direção, sob a orientação de Jorma Panula, Jin Wang Adrian Gnam e Yuri Simonov.

Em 2012, foi finalista no Concurso Internacional para Jovens Maestros, organizado pela OML, e classificou-se em 3.º lugar no Prémio no Concurso Internacional para Jovens Maestros, em Bucareste.

No ano seguinte, um painel constituído por críticos, jornalistas e público nomeou-o “O Melhor Maestro da Ópera de Cracóvia dos Últimos Cinco Anos”.

Em 2014, venceu os concursos internacionais de direção da Geórgia, nos Estados Unidos, e de Córdoba, em Espanha, e, nesse mesmo ano, foi o único candidato não asiático a ser selecionado para o II Concurso Internacional de Direção de Música Chinesa, realizado em Hong Kong, tendo recebido o Prémio Especial de Direção.

O maestro já dirigiu “a maior parte das orquestras da Polónia”, segundo informação da OML, tendo também regido, entre outras, a Orquestra Chinesa de Hong Kong e a Filarmónica George Enescu de Bucareste.

Atualmente, é responsável pelas classes de Composição, Arranjo e “Big Band” da Academia de Música do Instituto de Jazz Karol Szymanowski, onde leciona as disciplinas de Contraponto, Instrumentação, Técnicas de Composição Contemporâneas e Direção de Música do século XX.

Sebastian Perłowski colabora regularmente com a Orquestra da Ópera de Cracóvia, na Polónia.

Foto: Joel Santos/OML/FMS

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António Damásio, de 73 anos, vai receber em março o Prémio de Vida e Obra atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), que, em comunicado que o neurocientista "trabalha de forma exemplar no estudo do cérebro e das emoções humanas” e vai receber o galardão no dia 20 de março, durante a sua gala anual, no grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, segundo o Sapo24.

António Damásio é “um dos nomes mais importantes da ciência a nível mundial e também ao autor de livros que são lidos em todo o mundo por públicos de várias gerações e formações”, justifica a SPA.

António Damásio tornou-se este ano o primeiro cientista português a receber a Medalha Freud, atribuída pela Fundação Breukvlakken, a Academia Real das Artes e Ciências dos Países Baixos, a Associação Holandesa de Psicanálise, a Associação Holandesa de Psicoterapia Psicanalítica e a Fundação de Psicanálise.

Em comunicado, as instituições neerlandesas, justificando a distinção, realçaram as “suas originais e inovadoras contribuições para a pesquisa da neurobiologia da mente”.

“O seu livro ‘O Erro de Descartes’ é, entre outros livros, um exemplo da importância que a sua obra publicada tem tido a nível global”, afirma, por seu turno, a SPA.

António Damásio estudou Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, onde também se especializou como neurologista e completou o seu doutoramento.

Atualmente, é professor da cátedra David Dornsife de Neurociência, Psicologia e Filosofia e diretor do Instituto do Cérebro e Criatividade na Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e professor adjunto no Instituto Salk para Estudos Biológicos em La Jolla, também na Califórnia.

António Damásio faz parte do Conselho de Estado.

Foram já distinguidos com o Prémio de Vida e Obra da SPA Mário Soares, Eduardo Lourenço, Siza Vieira, José-Augusto França e António Lobo Antunes, entre outros.

Recentemente, Damásio publicou a obra “A Estranha Ordem das Coisas”, na qual interroga o que levou os seres humanos a criar culturas, esse conjunto de práticas e instrumentos, onde se incluem a arte, os sistemas morais e a justiça, a governação, a economia política, a tecnologia e a ciência, que atribui à “inteligência excecional [dos seres humanos], assistida por uma faculdade humana ímpar, a linguagem”.

Foto: Luiz Munhoz/FMS

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