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Lisboa surge na terceira posição na lista de cidades entre 500 mil e um milhão de habitantes de um relatório da Comissão Europeia que avalia a atuação das cidades europeias nas áreas da Cultura e da Criatividade.
Lisboa ocupa o terceiro lugar da geral no grupo de cidades da categoria XL (com 34 cidades). As 168 cidades europeias analisadas foram dividas por números de habitantes.
A capital portuguesa surge atrás de Copenhaga e Amesterdão, de acordo com o relatório “The Cultural and Creative Cities Monitor”, cuja primeira edição foi disponibilizada na plataforma ‘online’ Travel BI do Turismo de Portugal.
O relatório refere que Lisboa “é conhecida como uma capital diversificada e multicultural”, tendo sido Capital Europeia da Cultura em 1994 e acolhido “vários eventos internacionais” como a Expo’98 e o Euro 2004, que “impulsionaram as infraestruturas e as atividades culturais locais”.
“A Cultura é vista como uma ferramenta para a coesão social graças à experiência positiva da Galeria de Arte Urbana (GAU) [da Câmara Municipal de Lisboa], que promove o uso do espaço público como meio para os ‘graffiti’ e a arte urbana”, lê-se no relatório.
A Comissão Europeia refere ainda que “espaços de 'coworking', ‘fab labs’ (espaço de fabricação digital) e incubadoras de ‘start-ups’ que estão agora disponíveis em zonas reabilitadas”.
A juntar a “eventos internacionais de longa duração como a Trienal de Arquitetura, a ModaLisboa e o Lisbon & Estoril Film Festival”, a cidade começou a acolher “novos eventos relacionados com criatividade, com o Fórum Europeu de Hubs (polos) Criativos, em 2015, ligando mais de 200 polos criativos da Europa”.
Na categoria XL, Lisboa ocupa o primeiro lugar no índice de Dinamismo Cultural (uma média ponderada de duas dimensões que captam elementos do “pulso cultural” das cidades: Locais e Instalações Cultural (50%), e Participação Cultural e Atratividade (50%).
A cidade está no 9.º lugar do índice de Economia Criativa (média ponderada de três dimensões: Trabalhos Criativos e Baseados em Conhecimento, 40%, Propriedade Intelectual e Inovação, 20%, e Novos Empregos em Setores Criativos, 40%) e no 15.º no de Ambiente Favorável (média ponderada de quatro dimensões: Capital Humano e Educação, 40%, Abertura, Tolerância e Confiança, 40%, Ligações Locais e Internacionais, 15%, e Qualidade de Governança, 5%).
No relatório surgem ainda outras três cidades portuguesas, na categoria S-M (entre 50 e 250 mil habitantes): o Porto ocupa o 13.º lugar, Coimbra o 15.º e Guimarães o 32.º numa lista de 34 cidades.

Foto: DR/FMS

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A pianista brasileira Lícia Lucas abre em setembro a temporada musical do Palácio Foz, em Lisboa, com um recital que apresentará, maioritariamente, compositores brasileiros.

O programa do recital de Lícia Lucas, no dia 04 de setembro, às 19:00, será composto por peças dos brasileiros Heitor Villa-Lobos, Fructuoso Vianna e Camargo Guarnieri e também de Louis Moreau Gottschalk, compositor norte-americano que morreu no Rio de Janeiro, em dezembro de 1869.
Lícia Lucas já se apresentou em salas portuguesas, nomeadamente em 2015, na Biblioteca Joanina, em Coimbra, e recebeu a Medalha de Ouro do concurso Viotti, de Itália.
A pianista, natural de São Paulo, tocou com mais de 40 orquestra sinfónicas e, no Brasil, atuou no Teatro Municipal de Niterói, no Planetário da Gávea, no Palácio São Clemente, na Sala Cecília Meireles e na Igreja Matriz de São Sebastião, no Rio de Janeiro.
Em 2003 fez parte da programação celebrativa do 300.º aniversário da fundação de São Petersburgo, como solista convidada da Orquestra do Teatro da Ópera e do Ballet do Conservatório de São Petersburgo.
No dia 09, também às 19:00, a Fundação Antigo Liceu Gil Eanes - Cabo Verde apresenta “Modus de Fado, A Lusofonia no Fado”, com João Jerónimo Vaz (voz e viola), António Ferreira (viola baixo), e Arménio de Melo (guitarra portuguesa).
O programa é preenchido por fados com letras de autores de língua portuguesa e, segundo comunicado da Fundação enviado à agência Lusa, a "proposta é revisitar o universo do fado estabelecendo pontes e diálogos com outras culturas e influências que espelham a diversidade dos percursos e mundividências dos seus membros".
"Partindo da Lisboa dos bairros e tradições, passando pela Lisboa tropical de ritmos quentes e chegando à cada vez mais Lisboa globalizada e internacional, o objetivo é abordar todos esses “modos” do fado sem o descaraterizar, mas pelo contrário enriquecendo-o com a intricada teia de influências", acrescenta o mesmo texto.
No dia 11, às 19:00, atua a pianista norueguesa, radicada em Portugal, Anne Kaasa, professora no Conservatório Nacional de Lisboa, e que vai tocar peças de Mozart, Mendelssohn e Debussy.
Anne Kaasa estudou no Conservatório de Trondheim, na Noruega, e prosseguiu os estudos com o pianista Edson Elias, em Paris, como bolseira do Estado francês.
O repertório de Anne Kaasa estende-se de Bach aos compositores contemporâneos e tem trabalhado com muitos compositores, estreando obras de António Pinho Vargas, Philippe Fénelon, Clotilde Rosa, Sérgio Azevedo, Amílcar Vasques Dias, Daniel Schwetz, Pedro Faria Gomes, Martin Romberg e Kjell Mørk Karlsen.
No dia 18, às 19:00, ocorre um recital de violino e piano, por Manuel de Almeida Ferrer e Wouter Valvekens, respetivamente, intitulado “Uma viagem pela música para violino e piano do final do século XIX ao início do século XX”.
Manuel de Almeida Ferrer, de 22 anos, estudou violino na classe do professor Gareguin Aroutiouian na Academia de Amadores de Música, onde terminou com a avaliação de louvor, tendo frequentado também as aulas de diversos professores, entre eles Eurico Carrapatoso, Fernando Flores, Vítor Paiva e Carlos Ferreiro.
Atualmente, o violinista faz parte do Saramago Ensemble, venceu o Prémio José Augusto Alegria, em 2011, o Paços Premium, em 2015, na categoria mais elevada, e, no ano passado, o Prémio Elisa de Sousa Pedroso.
Wouter Valvekens, de 20 anos, aluno do Real Conservatório de Antuérpia, na Bélgica, participou este ano no Concurso Internacional Santa Cecília, na Casa da Música, no Porto.

Foto Amélia Monteiro/FMS

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