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O Festival RTP da Canção de 2018 realiza-se em duas semifinais, em fevereiro, e uma final no dia 04 de março, no Pavilhão Multiusos, em Guimarães; o vencedor será o 50.º representante da RTP ao Festival Eurovisão da Canção, que se realiza em Lisboa, em maio desse ano.

As duas semifinais do festival da canção realizam-se nos dias 18 e 25 de fevereiro, nos estúdios da RTP, em Lisboa.
Em cada uma das semifinais estarão a concurso dez canções e, de cada semifinal, serão apuradas cinco canções.
“A RTP fará o convite a 17 compositores para que apresentem uma canção original e inédita. Tal como no Festival da Canção de 2017, serão eles a definir os respetivos intérpretes”, afirma a RTP em comunicado.
Salvador Sobral, que venceu o Festival da Canção de 2017, e o da Eurovisão, que se seguiu, “convidará um compositor nos mesmos termos dos convites lançados pela RTP”, segundo a mesma fonte.
A estes 18 convidados da RTP, haverá outros dois lugares nas semifinais "abertos a concurso" e "um deles será selecionado através do programa de rádio ‘Master Class’, da Antena 1, dirigido a compositores e autores sem trabalhos publicados, até ao dia 15 de setembro” próximo.
“O júri criado para este programa escolherá o compositor, que deverá também apresentar a concurso uma canção original e inédita”, esclarece a RTP.
A outra vaga nas semifinais resulta “da abertura a candidaturas espontâneas de canções originais e inéditas, com uma duração máxima de três minutos”.
A esta candidatura está aberta a "todos os cidadãos de nacionalidade portuguesa ou residentes em Portugal, tenham ou não trabalhos publicados, o que inclui os portugueses que vivam fora do país, assim como os cidadãos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa ou de outras nacionalidades que residam em Portugal”.
Estas candidaturas são apresentadas através de maquetes enviadas por indicação de 'link' onde possam ser escutadas, após inscrição em http://antena1.rtp.pt

“Será constituído um júri para as avaliar, sendo o concorrente vencedor convidado a apresentá-la a concurso” ao festival.

 

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A RTP concorreu pela primeira vez ao Festival da Eurovisão da Canção em 1964 com “Oração”, defendida por António Calvário.
Madalena Iglésias, Duarte Mendes, Fernando Tordo, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho, Carlos Paião, Tonicha, Simone de Oliveira, Eduardo Nascimento, Carlos do Carmo, José Cid, Manuela Bravo, Dora, Adelaide Ferreira e Lúcia Moniz foram alguns dos representantes da RTP ao Festival da Eurovisão.
No ano passado, a RTP, pela primeira vez, venceu o certame eurovisivo com a canção “Amar pelos Dois”, de Luísa Sobral, interpretada por Salvador Sobral.

Fotos: RTP/FMS

 

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Santa Casa da Misericórdia de Lisboa inaugura a coleção “Património” com um volume dedicado ao Palácio Portugal da Gama/S. Roque, em Lisboa, adquirido por esta instituição, e, atualmente, com obras de requalificação.
A coleção “Património”, afirma na apresentação da obra o provedor da instituição, Pedro Santana Lopes, “pretende dar a conhecer as intervenções que estão em curso em edifícios com valor arquitetónico, histórico e cultural, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa” (SCML).
Quanto à utilização futura do palácio, no Bairro Alto, em Lisboa, Santana Lopes adianta que “vai acolher uma coleção de arte oriental”, que irá completar o Núcleo de Arte Oriental do Museu de S. Roque.
O responsável da SCML realça que “o património arquitetónico constitui uma expressão insubstituível da riqueza e da diversidade do património cultural português”.
A obra divide-se em três partes essenciais: “História do edifício”, assinada por José Sarmento de Matos e Jorge Ferreira Paulo, o “Estudo diagnóstico”, de autoria de Marta Raposo e Nuno Proença, e o “Projeto de reabilitação”, de João Pedro Falcão de Campos, incluindo ainda a bibliografia e uma lista das fontes documentais.
O Palácio Portugal da Gama/S. Roque localiza-se no Bairro Alto, na esquina do largo Trindade Coelho para a travessa da Queimada, que deve o seu nome a uma senhora Ana Queimada, que seria “sócia ou empregada da rica Dona Simoa”, de S. Tomé, e “uma das mais ricas mulheres de Lisboa” no século XVI.
O edifício passou por vários proprietários, entre eles os comendadores de Fronteira, os condes da Vidigueira, de Lumiares, e os de Tomar, entre outras famílias aristocráticas.
“Ao longo do século XX o edifício continuou na posse dos herdeiros dos condes de Tomar, sendo arrendado no todo ou em partes a diversas entidades, públicas e privadas”, afirmam os historiadores José Sarmento de Matos e Jorge Ferreira Paulo, referindo que foi alvo de algumas modificações “sobretudo nas lojas”.
Por exemplo, na fachada virada à travessa da Queimada é “ocupada quase na sua totalidade” pela casa de fados Café Luso, e ainda pelo bar Mojito.
Entre secretarias de Estado e ministérios, a partir de 1940 acolheu a então União Nacional, e mais tarde a Manufaturas de Tapetes de Lisboa. Em 2000, os descendentes dos condes de Tomar venderam-no a uma firma comercial, que o vendeu em 2008 ao Fundo Baixa Chiado, que o vendeu a outro fundo, até, em 2014, ter sido adquirido pela SCML.
Quanto à reabilitação do palácio, Marta Raposo e Nuno Proença afirmam que “foi dada a devida atenção aos programas decorativos de interior”, referindo que estes refletem os “sucessivos usos, mutações e adulterações do edifício no tempo”, classificando-o como “excelso” exemplar da arquitetura palaciana urbana.
“Os programas decorativos de interior de maior relevância integram elementos de pedra, pinturas decorativas parietais e de tetos com estuques de ornato”, atestam.
Está ainda prevista a recuperação das fachadas que já foram pintadas de cor grená, e depois de amarelo e cor-de-rosa, assim como os interiores das pinturas marmoreadas nas paredes, os frisos nas paredes e os elementos em madeira existentes.
O Café Luso, instalado desde 1939 nas antigas cavalariças irá manter-se e uma das ações do projeto de reabilitação é a “recuperação das proporções originais do pátio central”, o que implica a demolição de um “corpo balançado”, construído posteriormente.
A publicação não adianta a data de abertura do palácio já restaurado e acolhendo o Núcleo de Arte Oriental e outros serviços de cariz cultural.

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