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“Carminho canta Tom Jobim”

por FMSimoes, em 29.12.16

 

CAPA Carminho canta Tom Jobim.tif

O novo álbum da fadista Carminho é composto por 14 temas de Tom Jobim, e conta com as participações da atriz Fernanda Montenegro e dos cantores Maria Bethânia, Marisa Monte e Chico Buarque.

O CD intitula-se “Carminho canta Tom Jobim” e foi gravado nos estúdios cariocas da discográfica Biscoito Fino, com a Banda Nova, o último agrupamento que acompanhou Tom Jobim, composto pelo seu filho e neto, Paulo e Daniel Jobim, respetivamente, e ainda por Jaques Morelenbaum e Paulo Braga, segundo a discográfica Warner Music.
O CD está já disponível no mercado brasileiro e tem “edição prevista para o primeiro trimestre do próximo ano”, noutros países.
A gravação do CD partiu de um convite da família de Tom Jobim a Carminho, adiantou a discográfica, referindo que a fadista “mergulhou no cancioneiro do compositor”, para escolher os 14 temas que constituem o álbum, entre os quais “A felicidade”. A intérprete tinha já gravado um tema de Jobim, “Saudades do Brasil” (1969), uma criação de Amália Rodrigues.
Fernanda Montenegro, de 87 anos, atriz distinguida com um Urso de Prata e a única brasileira nomeada para um Óscar ("Central do Brasil", 1999), tem uma participação especial no tema “Sabiá”, declamando um excerto do poema “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias.
Com Marisa Monte, com quem partilhou, no verão passado, o palco do CoolJazz, em Oeiras, Carminho interpreta “Estrada do sol”, com Maria Bethânia, “Modinha” e, com Chico Buarque, o tema “Falando de amor”.
Carminho, distinguida com os Prémios Amália Revelação e Melhor Fadista, é filha da fadista Teresa Siqueira e estreou-se discograficamente a solo em 2009 com “Fado”, apesar de já ter cantado, quer na casa de fados da mãe, Taverna do Embuçado, em Lisboa, quer em alguns espetáculos, como a Gala Carlos Zel, no Casino Estoril, em 2008, e num espetáculo de homenagem ao poeta José Luís Gordo, na Vidigueira, no Baixo Alentejo, em 2005.
Em 2006, participou na gravação do CD "O terço cantado", e tinha já gravado quatro fados, na Suíça, com a Tertúlia de Fado Tradicional. Em 2008, gravou “Gritava contra o silêncio”, excerto de um conto de Sophia de Mello Breyner Andresen, no primeiro disco de inéditos de João Gil.
Ao longo da sua carreira, a fadista tem gravado com artistas de outras áreas musicais, designadamente com os brasileiros Chico Buarque, Milton Nascimento, Marisa Monte, Ney Matogrosso, Nana Caymmi, e com o espanhol Pablo Alborán.
No Brasil, a intérprete tem tido um assinalável êxito com concertos esgotados no Rio de Janeiro e em S. Paulo. Foi tema de capa do jornal O Globo, e o músico Caetano Veloso, que escreveu para si “O sol, eu e tu”, referiu-se à fadista como um “suave milagre”.
Neste CD, "Carminho pôs toda a sua alma a cantar Jobim". "Não é um disco de fado? Talvez não seja. Mas é o disco que se impunha, que Carminho tinha de fazer agora. E que fez", remata a discográfica.

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Os vocábulos “geringonça” e “campeão” mantêm a liderança da lista de candidatos à "Palavra do Ano", votação que termina no dia 31 e que recebeu já “mais de 22.000 votos”, disse à Lusa fonte editorial, cita o Observador.

Na lista de dez finalistas, não há alterações no pelotão da frente, “as palavras ‘geringonça’ e 'campeão’ lideram a eleição, com ‘brexit’ e ‘presidente’ por perto”, mas registam-se “duas pequenas alterações, ‘turismo’ ultrapassou ‘racismo’ e ‘humanista’ ultrapassou ‘empoderamento’”, adiantou fonte da Porto Editora, que organiza a iniciativa.
À "presidente" no 4.º posto segue-se "turismo" e na segunda metade da lista estão por esta ordem, “racismo”, “humanista”, “empoderamento”, “parentalidade” e, em último, “microcefalia”.
“O número de votos continua a aumentar e já ultrapassamos os 22.000, ou seja mais 2.000 do que o ano passado”, disse a mesma fonte.
A votação em www.palavradoano.pt prossegue até ao final do mês, e a palavra vencedora será conhecida no dia 04 de janeiro próximo, às 10:30, numa cerimónia a realizar na Biblioteca Municipal José Saramago, em Loures.

A escolha das dez palavras finalistas foi resultado “do trabalho permanente de observação e acompanhamento da realidade da língua portuguesa, levado a cabo pela Porto Editora, através da análise de frequência e distribuição de uso das palavras e do relevo que elas alcançam, tanto nos meios de comunicação e redes sociais, como no registo de consultas ‘online’ e 'mobile' dos dicionários da editora, tendo em consideração também as sugestões dos portugueses através do site www.palavradoano.pt”.
A eleição da Palavra do Ano, na sua oitava edição, "já faz parte do calendário dos portugueses, tal a curiosidade que desperta e a participação crescente nas votações, na ordem das dezenas de milhares, apesar de se fazer exclusivamente 'online'”, disse à Lusa fonte da editora.
As palavras eleitas nas edições anteriores foram “esmiuçar” (2009), “vuvuzela” (2010), “austeridade” (2011), “entroikado” (2012), “bombeiro” (2013), “corrupção” (2014) e “refugiado” (2015).

 

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