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A sétima edição do Misty Fest abre no dia 01 de novembro, em Lisboa, com o 'cantautor' britânico Piers Faccini, “e apresentará números que vão superar as edições anteriores”, antecipou a organização em comunicado.

De 01 a 12 de novembro, em dez municípios portugueses, apresentar-se-ão 21 projetos artísticos “de diferentes mundos sonoros”.
A aposta deste ano é o "Misty Roofs", um conjunto de ‘sessões-surpresa’, em alguns terraços de Lisboa, que “ampliam [antecipando] a vida temporal do Festival de novembro, para os meses de verão".
“O espetáculo com Rodrigo Leão, em formato ‘live vídeo’, realizado no bar The View, em Belém, no passado dia 05 de julho, proporcionou, em menos de 24 horas, 37 mil visualizações, dois mil 'likes' e 700 partilhas na rede social facebook”, disse à Lusa fonte da produtora.

 

Rodrigo Leão & Scott Matthew, "That's life".

 

Da programação já anunciada, a produtora Uguru, que organiza o festival, destaca “o novo projeto ‘indie-pop’ de Rodrigo Leão & Scott Matthew, Wim Mertens, com o novo álbum clássico-pop, José James e Enrico Rava, representantes do novo jazz, o consagrado Hindi Zahra e ainda o argentino Melingo”, dando a Piers Faccini “as honras de abertura”.
Além dos nomes anunciados, como Carmen Souza & Thei Oascal Trio, Dom la Nena e De Viva Voz, a Uguru refere a possibilidade de “ainda anunciar” outros nomes e locais.
Entre as dez cidades que recebem o certame, Loulé, Leiria, Torres Novas, Ponta Delgada e Évora, fazem-no pela primeira vez, enquanto as repetentes são Lisboa, Porto, Braga e Coimbra, num total de 15 salas “prontas a receber, com as exigências de qualidade sonora e conforto", que a produtora afirma querer "dar a artistas e público, a tempo e horas”.
Este ano, o Misty Fest projeta alcançar os “cerca de 32.000 espetadores” e, pela primeira vez, disponibiliza sete passes distintos para as cidades de Lisboa e Porto.
Os números anteriores apontam para um total de 34 espetáculos, durante duas semanas.

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O álbum “Mundo”, de Mariza, venceu o Prémio José Afonso 2016 que “insere-se perfeitamente dentro das premissas do regulamento” do galardão promovido pela Câmara da Amadora.

Mariza é distinguida em vésperas de se apresentar, nos dias 11 e 12 de novembro, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
No ano passado a intérprete de “Chuva” foi distinguida pela revista britânica Songlines, como a Melhor Artista em 2015.
O álbum ‘Mundo’, de Mariza insere-se perfeitamente dentro das premissas do regulamento”, afirma em comunicado a Câmara da Amadora, referindo que o júri considerou que o CD, editado em outubro do ano passado, representa “não somente a evidente consolidação de uma já longa e consagrada carreira, mas também uma clara e conseguida vontade de alargar e tornar ainda mais universal a raiz da arte de Mariza, o fado”.
“Insere-se assim a artista numa contemporaneidade que se mostra cada vez mais aberta a outras culturas e por elas se deixa influenciar, fundamentos de uma tolerância mútua para a qual a música tanto pode contribuir”, assinala ainda o júri.
“Mundo” foi produzido pelo músico espanhol Javier Limo?n, que produziu anteriormente o álbum “Terra” (2008) também de Mariza, e marcou o regresso da artista a estúdio, cinco anos depois de “Fado tradicional”.
A quando da sua apresentação, em declarações à Lusa, a criadora de “Ó gente da minha terra” afirmou: “Este CD surge como um convite às pessoas para visitarem o meu mundo, no que me tornei agora, passados 15 anos [do primeiro CD] até este álbum, o que sou, naquilo que me transformei, como eu vejo agora a música, aquilo que eu sinto, e o que é para mim”, disse à Lusa a fadista.

 

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“De certa forma abro as portas da minha vivência, tenho um tema para o meu filho, Martim, ‘Meu amor pequenino’, depois há um tema do Boss AC, ‘Melhor de mim’, que diz que o melhor de mim está para chegar, e eu acho que sim, pois sou meio perfeccionista e tento sempre fazer melhor. Trouxe [também] o universo de Carlos Gardel, que foi um desafio que o meu pai me fez, e as minhas mornas”, acrescentou a intérprete de “Caravelas”. 

“Mundo”, está nomeado para os Prémios Grammy Latinos na categoria de “Melhor álbum pop contemporâneo em Língua Portuguesa”, que serão conhecidos no dia 17 de novembro, numa cerimónia a realizar na Mobile Arena, em Las Vegas, no Nevada, nos Estados Unidos.
O júri desta 28.ª edição do Prémio José Afonso foi constituído pelo vereador da cultura da Amadora, António Moreira, pela pianista Olga Prats, pelo compositor Sérgio Azevedo, e pela chefe da divisão de intervenção cultural da autarquia, Vanda Santos.
Os jurados consideraram ainda “dignos de menção”, os álbuns “Caixa Negra”, dos GNR, “Infinito Presente”, de Camané e “Moura”, de Ana Moura.
O foi Prémio foi instituído pela autarquia em 1988, e pretende homenagear José Afonso, “um dos mais importantes cantores portugueses do século XX, conhecido pela luta contra a ditadura e pelo célebre tema ‘Grândola Vila Morena’, ícone da Revolução dos Cravos e da Liberdade”, assinala a câmara.
“Com esta iniciativa, o município procura ainda incentivar a criação musical de raiz portuguesa, bem como fomentar o turismo e a cultura na cidade da Amadora”, remata a edilidade.
O ano passado o galardão distinguiu o álbum “Atlantic Beat/Mad’in Portugal”, dos Oquestrada.
A Câmara da Amadora não adiantou a data em que será entregue o prémio à cantora.

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