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A exposição de fotografia “Tirée par..”, patente no Palácio Nacional da Ajuda (PNA), em Lisboa, aborda a relação da Rainha D. Amélia, nascida há 150 anos, com a fotografia, segundo comunicado deste museu.

A exposição, segundo a mesma fonte, “tem como base as coleções de fotografia do Museu-Biblioteca Casa de Bragança, em Vila Viçosa e algumas fotografias do PNA”, onde a rainha nunca viveu, mas onde “celebrou o jantar do dia do casamento com D. Carlos”, realçou o diretor do PNA, José Alberto Ribeiro, autor de uma biografia da soberana.
“Aqui [no PNA] viveram os seus sogros [D. Luís e D. Maria Pia], e o andar nobre deste palácio foi utilizado como lugar de representação da monarquia até 1910, quer por D. Carlos, quer por D. Manuel II”, acrescentou o responsável.
A exposição, segundo José Alberto Ribeiro, “abarca um período que começa na infância e juventude de Dona Amélia, [em Inglaterra e depois em França] passando pela chegada a Portugal [em 1886] e a sua coroação [em 1889], até à implantação da República [em 1910] e consequente exílio”.
“O interesse da Rainha D. Amélia pela fotografia é confirmado por inúmeras evidências: nas fotografias que produziu e que mais tarde, completou com títulos e datas. Nas imagens que a apresentam apontando a sua câmara ou outras em que aparece de câmara na mão ou pousada no chão junto de si; ou ainda as imagens em que aparece observando e comentando pilhas de fotografias, ou mesmo carregando a câmara com um novo rolo; ou ainda pelos álbuns de fotografia que nos deixou, anotados e organizados”, explica em comunicado o comissário da mostra, Luís Pavão, citado pelo Diário Digital.
“A escolha da fotografia foi uma forma inédita de abordar a afinidade de D. Amélia com esta nova arte assim como a ligação aos últimos monarcas portugueses" sublinhou, por seu turno, José Alberto Ribeiro.
Referindo-se ao título da exposição, o dirtetor do PNA explicou que em muitas fotografias encontram-se as inscrições "Tirée par Carlos", "Tirée par le Prince", "Tirée par le Marquis de Fronteira", "Tirée par Santos".
"Todas as autorias acompanham os títulos e as datas que a rainha D. Amélia registou nas páginas dos álbuns. Este registo constante dos autores revela a consciência da importância do autor na fotografia, tão inerente à imagem como a própria realidade registada", enfatizou José Alberto Ribeiro.
Maria Amélia Luísa Helena de Orleães, primogénita do conde de Paris, herdeiro da Coroa de França, nasceu a 28 de setembro de 1865 em Twickenham, em Inglaterra, onde a família viveu exilada, por ordem de Napoleão II, tendo casado com D. Carlos, em maio de 1886.
Amélia de Orleães e Bragança foi a última rainha de Portugal, de facto, tendo-se exilado, depois da proclamação da República Portuguesa, primeiro em Londres, com o filho, D. Manuel II, e depois, nos arredores de Paris, em Les Chesnay, onde morreu aos 86 anos, em 1953. Em 1945 a convite do Governo português a monarca visitou Portugal, nomeadamente o Panteão dos Bragança, em S. Vicente de Fora, em Lisboa, onde se encontram sepultados o marido, e o filho, D. Luís Filipe, assassinados em fevereiro de 1908. Atualmente, também a soberana se encontra sepultada naquele panteão, onde se encontram os restos mortais de todos os monarcas portugueses e seus consortes desde 1640.

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Katia Guerreiro está nomeada para o prémio Lunas del Auditorio, que distingue os melhores espetáculos do ano no México, onde a artista atuou em outubro do ano passado. O espetáculo “Katia Guerreiro: 150 Años México-Portugal” teve lugar no Teatro de la Ciudad, na capital mexicana, e fez parte da digressão que levou a fadista ao Festival Cervantino, em Guanajuato e Revueltas, e lhe valeu esta nomeação na categoria de “Música tradicional”.

Katia Guereriro é a primeira artista portuguesa nomeada para este galardão, criado em 2002, por ocasião das celebrações do 50.º aniversário do Auditório Nacional, na Cidade do México, e que visa distinguir bandas, companhias de teatro e dança, e solistas de diversas áreas artísticas, através de uma votação do público que assistiu aos espetáculos e de 350 personalidades do mundo das artes e entretenimento.
No ano passado o distinguido, nesta categoria, foi o espanhol Diego, el Cigala, e em 2013 a cantora, também espanhola, de Ceuta, Concha Buika.
O vencedor é conhecido no dia 28 de outubro, numa cerimónia no Auditorio Nacional, na capital mexicana.
Entretanto, a criadora de “Segredos” (Paulo Valentim) estreia-se no dia 17 de outubro no Teatro das Figuras, em Faro, no âmbito da sua digressão “Até ao fim”, de apresentação do novo álbum, editado em novembro do ano passado.
Em declarações à Lusa, na ocasião, sobre o álbum, Katia Guerreiro afirmou que este revela “uma viragem e, ao mesmo tempo, uma definição de carreira”, cita o Observador.
O álbum, com a etiqueta da Uau, é constituído por 12 temas, um deles assinado pela fadista, pela primeira vez, em música e letra, “Eu gosto de ti (canção para a Mafalda)”, que é uma dedicatória à sua filha, que inspirou também outro fado, “Nesta noite”, música e letra de Paulo Valentim, que já assinou outros temas para a fadista.
Da capital algarvia a criadora de “Fado dos olhos” segue para a Suíça, onde atua no dia 20 de outubro em Vernier. Katia Guerreiro regressa a terras helvéticas no dia 21 de novembro para uma atuação em Genebra.
Ainda em novembro, a fadista tem agendado seis concertos em França: no dia 12 na Salle Malesherbes, em Maison Laffite, na comuna de Yvelines, no dia 15 no Théâtre Gérard Philippe, em Saint-Cyr-l'École, nos arredores de Paris, no dia 26 no Théâtre des Bouffes du Nord, em Paris, dia 27 no Espace Jacques Prévert, em Aulnay-sous-Bois, na comuna de Seine-Saint-Denis, terminando a digressão no dia 28 no Centre Culturel, em Provins, cidade Património da Humanidade na comuna de Seine et Marne.
Katia Guerreiro começou a cantar há 14 anos. Médica de profissão divide-se entre a prática clínica como oftalmologista e os palcos. Editou o primeiro álbum, "Fado maior", em julho de 2007, contando já com sete álbuns e tendo gravado duetos com Simone de Oliveira, Maria Bethânia, Martinho da Vila e Ney Matogrosso. Em 2011 foi distinguida com o Prémio Amália para a Melhor Intérprete.

Foto:UAU/FMS

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