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A revista Egoísta celebra 15 anos de existência com o número “Egoísta 15”, uma edição de 126 páginas, que inclui o conto “Conversation Piece” de Vasco Graça Moura publicado há 15 anos no primeiro número da revista.

O diretor da Egoísta, Mário Assis Ferreira, escreve no editorial, que “transcorridos que são 15 anos, eis que o tempo foi esculpindo a Egoísta, cinzelando-a em volúpias de explosão gráfica e iconográfica, conferindo-lhe o estatuto de ‘Revista de Culto’”.
Para o responsável, o percurso da revista - 61 edições e um acervo de 70 prémios, nacionais e mundiais – dão-lhe o “ímpar privilégio de serem mais as distinções concedidas do que as edições publicadas”.
O número do 15.º aniversário inclui textos da jornalista Ana Sousa Dias e fotos de Alfredo Cunha, “numa homenagem a quinze personalidades que marcaram esta época”, e ainda os textos inéditos “As curvas do tempo”, de Inês Pedrosa, “Duas horas – e quinze minutos. Um homem com um filme na cabeça”, de Gonçalo M. Tavares, e “Quatro Velhos”, de Valter Hugo Mãe, segundo comunicado da Estoril Sol, proprietária do título.
Para a Estoril Sol, a revista “distingue-se pelo seu percurso inovador, ousado e vanguardista” tendo nela colaborado “conceituados escritores, fotógrafos, poetas e jornalistas”.
“Uma saga editorial sem desvios de coerência, sempre fiel aos valores culturais que inspiram o Grupo Estoril-Sol, sempre moldada no empenho de uma incansável equipa criativa onde pontifica a Patrícia Reis. Foram centenas de textos, portfolios, reflexões, de grandes autores, nacional e internacionalmente consagrados, que generosamente, abraçaram as nossas páginas, densificando os nossos temas”, sublinha Mário Assis Ferreira no editorial.
Já este ano a revista foi distinguida com três prémios na 24.º edição dos Papies, um certame que visa premiar e reconhecer a mestria e a qualidade de execução da indústria gráfica. Nos Papies foram premiados os números de abril e dezembro do ano passado, bem como a primeira edição deste ano, lançada em março, com os temas “Revolucionar”, “Anjos” e “Enigma”, respetivamente. Os Prémios Papies são promovidos anualmente pela revista do PAPEL, uma publicação mensal da Pixelpower dedicada à comunicação gráfica
A escritora Patrícia Reis assume as funções de editora da revista deste a sua fundação, em 2000.

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O novo álbum de Mariza, “Mundo”, é produzido por Javier Limón, que já produzira o álbum “Terra”, de 2008, e inclui temas de Jorge Fernando, Paulo Abreu Lima, Tiago Machado e Rui Veloso, entre outros.
Em comunicado, a discográfica Warner Music afirma que o álbum, com edição mundial no dia 09 de outubro, é constituído por 14 temas, dois deles do repertório de Amália Rodrigues, “Maldição”, de Armando Vieira Pinto, na melodia do Fado Cravo, de Alfredo Marceneiro, e “Anda sol na minha rua”, de David Mourão-Ferreira e José Fontes Rocha.
Esta não é única recriação da intérprete, que gravou ainda o tango “Caprichosa”, de Froilán Aguilar, uma criação Carlos Gardel.
Jorge Fernando, de quem Mariza já gravou entre outros, “Chuva”, assina a letra e música de dois temas, “Paixão” e “Sombra”. De Paulo Abreu Lima, Mariza gravou “Missangas” e “Meu amor pequenino”, musicados respetivamente, por Paulo de Carvalho e Rui Veloso, companheiros de anteriores álbuns da criadora de “Ó gente da minha terra”.
Outro dos autores é Pedro Silva Martins, dos Deolinda, que assina, com Luís José Martins, “Saudade solta”.
Segundo a discográfica, citada pelo Observador, o novo álbum de Mariza “é um disco de viagens, em viagem; que vai do Cabo Verde de ‘Padoce de céu azul’ [de Vlu] ao flamenco de ‘Adeus’, poema de Cabral de Nascimento, musicado pelo guitarrista Pedro Jóia, passando pelo tango revisitado de ‘Caprichosa’”.
Segundo a mesma fonte, o álbum “’Mundo’ não esquece o fado onde tudo começou. Mariza é fadista, e isso nunca a abandonará, mas o Fado, parafraseando uma frase célebre, é quando um homem quiser. No caso, fado é o que Mariza quiser que ele seja, porque está lá sempre”.
Neste CD a intérprete é acompanhada por uma panóplia de músicos, nomeadamente José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Pedro Jóia, na viola, Charlie Mendes, na viola baixo, Alfonso Pérez, no piano e teclas, Israel Suárez “Piraña”, na bateria e percussão, Joel Pina, na viola baixo, e Carlos Leitão, na viola, nos temas amalianos, “Maldição” e “Anda o sol na minha rua”, Rui Veloso, ao piano, em “Meu amor pequenino”, e, ainda, o produtor Javier Limón, na guitarra flamenca, em “Alma”, um tema assinado por si.
Mariza não gravava um álbum de estúdio há cinco anos e, do alinhamento de “Mundo”, este seu sexto álbum de estúdio, fazem ainda parte “Rio de mágoa” (Rosa Lobato Faria/Mário Pacheco), que abre o CD, “Melhor de mim” (AC Firmino/Tiago Machado), e “Sem ti” (Miguel Gameiro).
Mariza estreou-se discograficamente em 2001 com “Fado em mim”. Ao longo de 14 anos de carreira vendeu mais de um milhão de discos, e, além dos álbuns de estúdio, tem um gravado ao vivo, “Concerto em Lisboa”, o duplo “Best of” e dois DVD, com os concertos nos jardins da Torre de Belém, em Lisboa, e na Union Chapel, em Londres.
Mariza apresenta o novo álbum nos dias 26 e 27 de novembro, no Coliseu do Porto, e a 07 de dezembro, no Meo Arena, em Lisboa.
Entre outubro e novembro, a fadista tem já agendados 18 espetáculos, designadamente na Suécia, Estados Unidos, Canadá, Suíça, Áustria, Luxemburgo e Alemanha.

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