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Paulo Costa, de 50 anos, doutorado em Antropologia, é o novo diretor do Museu Nacional de Etnologia (MNE), “em regime de substituição”, desde 21 de março, foi publicado no Diário da República.

Paulo Costa, especializado em “Políticas e Imagens da Cultura e Museologia”, sucede ao antropólogo Joaquim Pais de Brito, que tinha sido reconduzido no cargo em janeiro de 2012, e que atingiu o limite de idade de serviço para a função pública, disse à Lusa fonte do museu, segundo o Notícias ao Minuto.
Paulo Costa é técnico superior na Direção-Geral do Património Cultural, onde desempenhou funções na área do património imaterial “e assegurando a continuidade de projetos e linhas de trabalho que definiu para este setor a partir de 2007”, informa a folha oficial.
O atual diretor do MNE foi chefe da Divisão do Património Imóvel, Móvel e Imaterial desta direção-geral, de 2012 a 2014, diretor do Departamento de Património Imaterial do Instituto dos Museus e da Conservação, de 2007 a 2012, e diretor de Serviços de Inventário do Instituto Português de Museus, de 2002 a 2007.
De 1993 a 2001 Paulo Costa foi técnico superior no Museu Nacional de Etnologia, tendo anteriormente desempenhado funções de docência no Ensino Secundário.
“Na área dos sistemas de informação para património, desde 2008 [Paulo Costa] foi responsável pela conceção e coordenação do desenvolvimento tecnológico” dos sistemas para inventário, gestão e divulgação em linha de património móvel e imaterial, MatrizPCI — Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial (2011), Matriz 3.0 (2010), MatrizNet (2011), MatrizPix (2008) e Base de Dados Kit de Recolha de Património Imaterial (2014).
O atual diretor do Museu Nacional de Etnologia, segundo o diário oficial, “é autor de diversos trabalhos sobre culturas populares de matriz rural, museologia etnológica, inventário e gestão de coleções e património imaterial”.
O Museu Nacional de Etnologia, instalado desde 1976 num edifício próprio no Restelo, na zona ocidental de Lisboa, foi criado há 50 anos, no âmbito dos esforços encetados pelo diretor do Centro de Estudos de Etnologia, Jorge Dias, aos quais se juntaram, posteriormente, os dos antropólogos Margot Dias, Ernesto Veiga de Oliveira, Fernando Galhano e Benjamim Pereira.
Segundo informação da página oficial do Museu, na internet, o seu acervo é constituído por cerca de 36.000 objetos, “preenchido por um património amplo e diversificado, corolário do seu espírito universalista, sobressaem, naturalmente, as coleções de Portugal, continental e insular, e as do antigo Ultramar Português”.

Foto: DR/FMS

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 O convento das Trinas do Mocambo, em Lisboa, onde atualmente funciona o Instituto Hidrográfico da Marinha, estão patentes as telas barrocas de André Gonçalves que faziam parte da decoração original da Igreja de N. S. da Soledade, que faz parte do edifício conventual.

Segundo informação da Marinha Portuguesa, na década de 1930 as telas foram retiradas do seu local original e entregues ao Convento de Cristo, em Tomar.
As telas referem-se ao denominado ciclo dos Santos Trinitários, S. Félix de Valois e S. João da Mata, que, em 1198, fundaram a Ordem da Santíssima Trindade do Resgate dos Cativos, à qual pertenceu este convento localizado no bairro lisboeta da Madragoa.
O ciclo totalizava 22 telas, estando expostas temporariamente, até ao final do mês, treze, algumas com "magníficas molduras em talha dourada", segundo a Marinha.
Deste mesmo pintor, apontado como um inovador da estética do barroco, existiu neste convento um outro conjunto de telas, relativas à vida da Virgem, que revestiam as paredes do coro baixo, onde se mantém, no teto, uma pintura de André Gonçalves, representando "A coroação da Virgem".
Este conjunto artístico, refere a Marinha, contribuiu para que o Convento das Trinas fosse considerado "um dos mais ricos e exuberantes do país em termos de recheio artístico".
Nascido em Lisboa, em 1685, cidade onde faleceu em 1754, o pintor André Gonçalves tem obra noutros edifícios da cidade, nomeadamente no convento da Madre de Deus, na ermida de St.º Amaro e na igreja de S. Roque. Participou também nas obras do Convento de Mafra, nos arredores da capital, entre outras, como em templos açorianos.

Foto: Marinha Portuguesa

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