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PauloValentim, Sérgio da Silva e Bruno Costa.

 

O fadista Sérgio da Silva estreia-se no dia 31 de maio, em Itália, no concerto anual de fado que se realiza na Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma, no qual apresentará “especialmente fados tradicionais”.
Em declarações à Lusa, Sérgio da Silva afirmou que são os fados tradicionais aqueles que mais gosta e melhor se sente a interpretar, daí o alinhamento do concerto incidir em melodias como o Fado Corrido, o Menor ou o Fado Magala, segundo o Notícias aos Minutos.
“Irei cantar temas do repertório fadista, não necessariamente do meu próprio, mas também letras que fizeram especificamente para mim como ‘Fosse eu quem tu vais sonhar’, de Nuno Miguel Guedes, que canto na tradiocional melodia do fado Pedro Rodrigues”, disse Sérgio da Silva.
“O concerto é à base do fado tradicional, com um tema em italiano, que ainda estamos escolher, e dois ou três fados musicados, nomeadamente ‘Senhora da Nazaré’, uma criação de Alberto Ribeiro, e ‘Noite Cerrada’”, adiantou.
Entre os fados tradicionais, Sérgio Silva afirmou que irá interpretar, no Fado Bacalhau, “Água Louca da Ribeira”, uma criação de Alfredo Marceneiro e, no Fado Cravo, “Lágrimas do céu”.
Sérgio da Silva, de 20 anos, estudante de Arte-Multimédia na Faculdade de Belas Artes, começou a cantar aos dez anos por iniciativa dos pais, que o inscreveram numa escola de canto e, em 2003, venceu, na categoria de juniores, a Grande Noite do Fado de Lisboa, realizada no Teatro S. Luiz.
“Comecei então, a focar-me no fado, especialmente as melodias tradicionais, que são as que mais gosto”, disse.
Com um álbum editado na série “Fados do Povo”, Sérgio Silva canta regularmente n’A Parreirinha de Alfama, em Lisboa.
Para o jovem intérprete, “o percurso nas casas de fado é fundamental, é como uma escola”. “Aprende-se com os mais velhos, o fado é ainda, fundamentalmente, uma tradição oral e, nas casas de fado, passam-se ensinamentos, contam-se histórias, que fazem o fado. Eu por exemplo, à terças-feiras, quando canto com a Maria Amélia Proença, que tem 60 anos de fado, aprendo imenso”, contou.
“Em Roma, vou dar o meu melhor”, disse o fadista que será acompanhado pelos músicos Paulo Valentim, na guitarra portuguesa, e Bruno Costa, na viola.
No ano passado, nestes concertos organizados pelo Instituto Portoghesi di Sant´Antonio in Roma, estreou-se a fadista Clara Cristão. Katia Guerreiro e Ana Marta são dois dos nomes que atuaram em edições anteriores.

Foto: Parreirinha d'Alfama/FMS

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Ana Moura, Carolina, Miguel Capucho e Ângelo Freire integram o cartaz do Festival de Fado que se realiza este ano, pela primeira vez, em Buenos Aires, e que inclui cinema, conferências e uma exposição.
O Festival, que se realiza na Usina del Arte, na capital argentina, abre no dia 30 de maio, sexta-feira, com um concerto pelo músico Ângelo Freire, guitarrista que habitualmente acompanha a fadista Ana Moura. Ângelo Freire, que também canta, é acompanhado por Pedro Soares, na viola, e André Moreira, na viola baixo.
Em 2000, o músico venceu o programa televisivo “Bravo Bravissimo”, em Cremona, na Itália, e ganhou na categoria juvenil a Grande Noite do Fado de Lisboa. Em 2004, venceu, como instrumentista, a Grande Noite do Fado de Lisboa. No ano seguinte, recebeu o Prémio Francisco Carvalhinho, da Casa da Imprensa e, em 2012, o Prémio Amália Rodrigues para o Melhor Instrumentista.
No sábado atuam os fadistas Carolina, que já este ano representou Portugal no Festival da União Europeia, em Argel, e Miguel Capucho, com 20 anos de carreira, que, segundo o site do Museu do Fado, “é uma das vozes de referência” desta expressão musical.
O concerto intitula-se “Casa de Fados”, sendo os fadistas acompanhados à guitarra portuguesa por Ângelo Freire, à viola, por Pedro Soares e, na viola baixo, por André Moreira.
O cartaz de concertos encerra no domingo com Ana Moura, que irá apresentar o seu mais recente álbum, “Desfado”, que inclui, entre outros, poemas de Mário Raínho e Nuno Miguel Guedes. A fadista, distinguida em 2008 com o Prémio Amália Melhor Intérprete, é acompanhada à guitarra portuguesa por Ângelo Freire, à viola, por Pedro Soares, na viola baixo, por André Moreira, na percussão e bateria, por Mário Costa e, nos teclados, por João Gomes.
Do programa do Festival, que conta com o apoio do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, fazem ainda parte “masterclasses” de guitarra portuguesa por Ângelo Freire, a exibição de filmes, conferências e a exposição “A História do Fado”, produzida pelo Museu do Fado.
No dia 30, sexta-feira, o musicólogo Rui Vieira Nery faz uma palestra intitulada “A História do Fado” e, no sábado, o editor discográfico David Ferreira falará sobre “Amália Portuguesa e Universal”.
David Ferreira orientou, recentemente, no Centro Nacional de Cultura, em Lisboa, o curso “Histórias da Música Ligeira”. Numa entrevista à agência Lusa, sobre a fadista, falecida em 1999, David Ferreira afirmou que “os portugueses não têm a perceção da enorme carreira internacional de Amália nem da sua universalidade”.
Ma secção cinematográfica serão exibidos os documentários “O Fado da Bia”, de Diogo Varela Silva, sobre a carreira da fadista Beatriz da Conceição, e “The Art of Amália”, de Bruno de Almeida, ainda o filme “Fados”, de Carlos Saura, que, entre outros, contou com os desempenhos de Caetano Veloso e Miguel Poveda, e que foi integrado nos materiais da candiadtura do Fado a Património Imaterial da Humanidade.

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