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Novo álbum de Gisela João

por FMSimoes, em 28.02.14

 

 

 

"Sem filtro" é o novo CD da fadista Gisela João, constituído por temas gravados ao vivo e dois gravados em estúdio, é editado no dia 28 de fevereiro com a revista Blitz.
Os dois temas gravados em estúdio, em 2012, são “Quando os outros te batem beijo-te eu”, de Pedro Homem de Mello, no Fado Aracélia, de Armando Machado, também conhecido como "Cunha e Silva", interpretado, entre outras, na letra "Viram por aí o fado", de Frederico de Brito, e “Lá na minha aldeia”, de Alberto Janes, ambos criações de Amália Rodrigues.
De 2012 é também o registo ao vivo no Teatro do Bairro, no Bairro Alto, da “Toada Beirã/Quando Eu Era Pequenina”, tema popular da Beira Baixa, amplamente gravado por nomes como Amália Rodrigues, António Mourão ou, mais recentemente, por Ana Laíns.
Do espetáculo efetuado no grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, em janeiro passado, e que teve lotação esgotada, o CD regista apenas fados tradicionais, como o Corrido no tema “Antigamente”, uma letra de Manuel Fernandes, o Cravo, de Alfredo Marceneiro, no tema “Maldição”, o Acácio, na letra “Naquela Noite em janeiro”, e o Esmeraldinha, no tema “Julguei Endoidecer”.
Gisela João, natural de Barcelos, fez parte do elenco do restaurante típico Senhor Vinho, da fadista Maria da Fé e do poeta José Luís Gordo, e, no ano passado, gravou o álbum em nome próprio. Anteriormente, a intérprete tinha gravado com a banda Atlantihda, em 2009.
O álbum “Gisela João”, que inclui entre outros fados “Sou tua”, “Voltaste” e “Sei, finalmente”, foi considerado, pela Blitz, o Melhor Álbum Nacional de 2013.
A fadista participou, também no ano passado, no álbum “Onde sonho”, do pianista grego Alexandros Nathanail.

 

 

Foto: HMusica/FMS

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Duarte "intimista" no CCB

por FMSimoes, em 26.02.14

 

 

O fadista Duarte atua no dia 28 às 21:00 no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, um espetáculo que será "intimista" e fará “uma reflexão" sobre a carreira, "fazendo uma ponte entre os discos gravados até ao que aí vem”.

“O concerto no CCB marca o final de ciclo e é um elo de ligação entre o álbum anterior, ‘Aquelas coisas da gente’, e o próximo CD, que sairá este ano, e que se intitulará ‘Sem dor nem piedade’”, disse à o fadista, distinguido em 2006 com o Prémio Amália Revelação.

“Sem dor nem piedade” segue a linha “do que tem sido o meu fado, a minha maneira de escrever”, e “irá abarcar outras áreas artísticas como a fotografia”, adiantou o criador de “Dizem que o meu fado é triste”.

“O próximo disco vai ser muito catártico, vamos arrumar a casa para ver se conseguimos reinventar a nossa narrativa”, adiantou Duarte, que voltou a escolher o músico Carlos Manuel Proença, para produzir o álbum.

Do novo CD, apenas um dos temas não é da sua autoria; trata-se de “Sete esperanças, sete dias”, de Manuel de Andrade.

“Todas as outras letras são da minha autoria, em fados tradicionais ou músicas novas, mas são as letras que pedem esta ou aquela melodia, e se acrescentamos não é para ferir o que já lá está, há que saber acrescentar sem destruir”, afirmou Duarte.

O músico afirmou que gosta dos fados tradicionais e procura seguir os antigos fadistas, o que, para si, significa, “no fundo, ter um repertório com esses ditos fados tradicionais”, com letras suas ou de outros e, "por outro lado, ter o restante repertório com 'fado-canção', mas não tentar ser a cópia ou a reprodução do que os outros já fizeram”.

Para o intérprete, que mantém em paralelo uma carreira como psicólogo, “todos os fados, de uma forma geral, são fortes”, pelo universo que transportam de um legado cultural que nos deixaram e, daí, “não devem ser usados ao desbarato”.

Devemos ter cuidado quando usamos essas melodias [tradicionais], com histórias novas”, advertiu.

“Preocupo-me com as histórias que canto, que devem ser significativas e fazer jus ao fado que está a ser tocado”, enfatizou.

Duarte considera que “o nosso dia-a-dia está carregado de histórias fortes” e, como psicólogo, tem “a mais-valia de poder tratar dessas histórias, quer na parte artística, quer na parte psicológica”.

“O meu mundo está carregado de histórias que eu acho que merecem ser contadas e cantadas”, sentenciou.

Referindo-se à sua carreira artística, Duarte afirmou: “A minha postura não é servir-me do fado, mas servir o fado, e daí trazer as minhas coisas que escrevo, mesmo que ao nível das emoções não sejam assim tão diferentes das que se cantavam há 50 anos - a narrativa é que pode ser diferente. Podemos acrescentar sem destruir e, daí, o meu grande respeito pelos antigos”, rematou.

No palco do pequeno auditório do CCB, na sexta-feira, às 21:00, o fadista acompanhar-se-á à viola num ou dois temas, será acompanhado por Paulo Parreira, na guitarra portuguesa, José Elmiro, na viola, e Daniel Pinto, no baixo.

Do alinhamento do concerto constam os fados já conhecidos como "Fado Novembro", "Fim da Primavera", "Eu sei que foste eterna numa hora", "Cá dentro" e "És luto e melancolia", ao lado dos que irão fazer parte do próximo CD, como “Desassossego”, “Vai de roda” e “Fado Escorpião”.

O fadista iniciou-se em 2004 nos circuitos do fado, quando editou o álbum “Fados Meus”, ao qual se seguiu, em 2009, "Aquelas coisas da gente".

Foto: FMS

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