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No âmbito das celebrações do 1.º de Dezembro, no sábado, dia 30 de novembro, a partir das 10:30, várias corporações de bombeiros, com as respetivas fanfarras, e erguendo as diferentes bandeiras nacionais - desde a fundação de Portugal em 1140 até à atual, que tem 113 anos -, desfilam em Lisboa do Largo de S. Mamede, ao Príncipe Real, até ao Palácio da Independência, no Largo de S. Domingos, passando pelo Largo do Rato, Rua Alexandre Herculano, Rua de Santa Marta, Rua de São José e Rua das Portas de Santo Antão.

Também no sábado às 18:45 a Camerata Amicis, dirigida pelo maestro Carlos Silva estreia num concerto no salão nobre da Associação Comercial de Lisboa, a peça “Triptikus”, para saxofone alto solo, tímpanos e orquestra de cordas, de José Martins.

Além da estreia da peça de José Martins, serão interpretadas peças de Carlos Seixas, Alexandre Almeida, José Vianna da Motta e João Sousa Carvalho.

A Camerata Amicis foi fundada o ano passado e surgiu, acima de tudo, da amizade de diferentes músicos portugueses e da vontade de traduzir esses laços de união em música”.

A base do repertório desta orquestra de cordas atravessa toda a história da música desde Vivaldi, Mozart, Haydn, Dvorak, Tchaikovsky a Elgar, mas é também uma janela aberta à experimentação e inovação dando especial relevo à música dos nossos dias.

Neste concerto serão solistas, Ricardo Pires (saxofone) e Miguel Herrera (Tímpanos).

 A Sociedade Histórica da Independência de Portugal no sábado, dia 30 de novembro, às 16:30 no Auditório do Liceu Camões, em Lisboa um recital de canto e piano intitulado “Sons da Nossa Identidade II”.

Participam no recital cantores líricos Ana Ferro, Ana Tomás, Conceição Galante, Madalena Leal de Faria, Sandra Medeiros, Sara Braga Simões, João Merino, Jorge Martins, José de Eça, José Manuel Araújo, Luís Rodrigues, Nuno Vilallonga que serão acompanhados pelos pianistas Armando Vidal, Francisco Sassetti, Paul Karthaus e Rafael Azevedo.

Alberto de Moraes, Alfredo Keil, autor do Hino Nacional, António Fragoso, Artur Santos, Eurico Carrapatoso, Filipe de Sousa, Filippe Duarte, Francisco de Lacerda, Fernando Lopes-Graça, Hernâni Torres, Joly Braga Santos, Jorge Croner de Vasconcelos, José Vianna da Motta, Luís de Freitas Branco, Luís Costa, Nuno Côrte-Real, Ruy Coelho e Tomás de Lima são os compositores escolhidos.

No âmbito das comemorações do 1.º de Dezembro, Dia da Restauração, o Museu do Oriente organiza no domingo, dia 01 de dezembro, às 15:00, “uma visita orientada à exposição ‘Presença Portuguesa na Ásia’, para, através de algumas das peças mais emblemáticas, os participantes viajarem até à cidade de Macau”, segundo comunicado da instituição.

"Cidade do Nome de Deus de Macau, Não Há Outra Mais Leal" foi o nome oficial concedido por D. João IV para designar Macau, “como recompensa pelo facto de se ter mantido fiel à coroa portuguesa durante os 60 anos de ocupação filipina”.

Ao longo desse período [1580–1640], a bandeira espanhola nunca foi hasteada” no território de Macau.

D. João, duque de Bragança, foi o quarto com este nome que ocupou o trono de Portugal, tendo iniciado o reinado após a conjura dos 40 nobres que restaurou a independência de Portugal, pondo fim à dinastia dos Habsburgo de Espanha que detinha a coroa portuguesa.

Também no domingo, às 16:00, no Palácio de Fronteira, em São Domingos de Benfica, em Lisboa, a catedrática de literatura Vanda Anastácio fará a apresentação de um recital de poesia cuja temática é o movimento da Restauração de 1640.

Os poemas, que serão comentados também por Vanda Anastácio, serão lidos por Fernando Mascarenhas, Maria Adelaide Hidalgo e pela própria catedrática.

“O 1.º de Dezembro é uma data fundamental na história de Portugal, sem a qual não existiria a nacionalidade portuguesa”, afirma em comunicado a Fundação das Casas de Fronteira e Alorna que realiza o recital.

 

 

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"40 Fados" apresentado no Museu do Fado

por FMSimoes, em 27.11.13



O livro “40 fados”, de José Luís Gordo e Arménio de Melo, é apresentado no dia 28 de novembro às 19:00 no Museu do Fado.

A ideia, explica Arménio de Melo numa nota introdutória, foi compor melodias, com a respetiva partitura para guitarra, para poemas em quadras, decassílabos, quintilhas, sextilhas, alexandrinos e versículos, "os fados ditos estróficos”.

“Este livro é uma proposta contemporânea para o Fado, ao apresentar um conjunto de inspiradas melodias que servem o modelo do Fado tradicional, e em que os poemas revelam uma grande variedade de recursos poético-estilísticos, em palavras talhadas com sensualidade”, escreve na introdução o jornalista Nuno Lopes.

Para Nuno Lopes “o Fado torna-se obra de arte quando as palavras, que são a sua essência, encaixam na melodia, acentuadas pela voz”.

“Um jogo de regras que atrai, tal como em qualquer exercício artístico”, remata.

Segundo Nuno Lopes, há este livro, melodias em partituras, que vão ao encontro de várias características que definem o Fado tradicional como seja estrofes em igual número de versos; número de versos com limite estrófico, isto é, quadras, quintilhas, sextilhas e décimas, e contemplando ainda a limitação do verso por sílaba a quatro, sete (redondilha maior), a dez (decassílabo) ou a 12, habitualmente alexandrinos”.

“O Fado, género enraizadamente popular e português cultiva toda a métrica utilizada pela poesia erudita”, conclui.

Sobre a obra, Sara Pereira, directora do Museu, escreve que resultou de um “diálogo cúmplice”, entre a poesia de José Luís Gordo, que “tem sido o cronista de uma Lisboa íntima, luminosa de simplicidade” e a composição de Arménio de Melo, “oriundo de uma linhagem de grandes músicos do fado liderada pelo histórico Martinho d’Assunção, com quem estreitamente colaborou”.

“Deste diálogo cúmplice entre a poesia e a música surgiram 40 fados inéditos que o destino transmutará agora, seguramente, no encontro alquímico entre o texto, a música e a voz”, remata a diretora do Museu do Fado.

Arménio de Melo dá conta deste trabalho cúmplice: “Estávamos sempre em contacto trocando ideias sobre esta ou aquela palavra, sobre esta ou aquela nota, aquela ‘voltinha’ pois é esta forma de escrever e compor que define uma parceria”.No prefácio, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, atesta que José Luís Gordo “é Mundo” para justificar em seguida: "Na poesia de José Luís Gordo redescobrimos Lisboa aberta em mil cores. Uma Lisboa arreigada à tradição mais popular, que aqui redescobrimos pela desconcertante inquietude de quem perscruta o Mundo em permanência. José Luís Gordo é Lisboa e, sendo Lisboa, é Mundo”.

O autarca afirma que, “cantando Lisboa ao longo de cinco décadas, a fidelidade às raízes constituiu sempre impulso de futuro e de renovação” para José Luís Gordo, autor, entre outros de “Até que a voz me doa”.

Sara Pereira sublinha por outro lado, que “Arménio de Melo desenvolveu, ao longo de mais de quarenta anos de intensa atividade profissional, um percurso riquíssimo onde a música, o ensino e a investigação convivem abertamente”.

Licenciado em Ciências Musicais da Universidade Nova de Lisboa, Arménio de Melo tem gravado, regularmente, acompanhando fado, integrado noutros projetos musicais e interpretando as suas próprias composições. Para a Estoril Discos realizou a gravação de vários fados tradicionais com o propósito de se fixar a sua melodia.

"40 fados" é o terceiro livro de José Luís Gordo, o primeiro acompanhado das melodias referentes a cada poema, criadas e registadas em pauta por Arménio de Melo, sucedendo a "Recados ao Fado", livro editado em 2004, ao qual se seguiu, em 2010, “Poemas do meu fado”, publicado com um CD em que se regista a interpretação com música de alguns dos poemas e a declamação por si de o outros.

Distinguido com Prémio Amália Melhor Poeta, em 2005, José Luís Gordo, aos 16 anos, viu a sua primeira poesia cantada pela fadista Beatriz Ferreira, intitulada "Tudo na vida passou".

À apresentação da obra seguir-se-á a interpretação de vários dos poemas segundo as melodias compostas, pela cantora Rita Gordo e os fadistas Liliana Silva e João Vaz, que fará também o acompanhamento à viola, e na guitarra portuguesa estará o próprio compositor, Arménio de Melo.

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