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O pianista e poeta João Paulo Esteves da Silva inaugura, no próximo dia 18, o novo ciclo na Casa Fernando Pessoa (CFP), em Lisboa, “O piano no meio da sala”.

“O título escolhido, ‘O piano no meio da sala’ é literal, trazemos o nosso piano para o meio da sala e da conversa, num contacto próximo com o público que vê de perto as mãos do pianista e ouve o que sobre a sua relação com a música tem para contar”, explicou à agência Lusa a diretora da CFP, Clara Riso.

A responsável adiantou à Lusa que os próximos concertos serão protagonizados, entre outros, por Daniel Schvetz, Paula Sousa, Mário Laginha e Pedro Burmester.

No ciclo de concertos de piano a Casa Fernando Pessoa procura "privilegiar a proximidade com o público, concertos informais, onde há lugar para música e também conversa”, sublinhou.

“Para já, estão previstos concertos até junho. A programação do segundo semestre está dependente das obras que estão previstas para a implementação de uma nova museografia para a CFP”, disse Clara Riso, referindo que “foram convidados pianistas do jazz e do clássico, alguns com muita experiência e outros com carreiras mais recentes”.

“Pensamos em pianistas de diferentes perfis que, sobretudo, tenham gosto em tocar a solo numa sala pequena”, disse.

Questionada pela Lusa sobre a opção pelos concertos de piano na programação da CFP, na rua Coelho da Rocha, Clara Riso afirmou: “Na continuação do programa que fazemos no verão com os músicos de jazz na esplanada, pensei fazer um programa de inverno, também de encontros informais”.

“A nossa ideia é que haja, nestes concertos, proximidade entre pianistas e público. Os pianistas, além de tocarem as peças que entenderem escolher para este concerto, falarão com o público sobre essas escolhas e sobre a sua relação com a música”.

Sobre o concerto inaugural, João Paulo Esteves da Silva adiantou à Lusa: “O piano estará no meio da sala e eu prometo tocar. Quanto ao ‘quê’ da música, será surpresa, em grande parte, espero. Isto porque vai tratar-se de improvisação, ou seja, de música que não existe antes da primeira nota ser tocada. Depois, também haverá tempo para conversa entre o público presente e o pianista acerca destes e doutros assuntos”.

Músico, poeta e tradutor, Esteves da Silva nasceu em Lisboa, em 1961, editou já 17 álbuns em nome próprio - “Brightbird “ é o mais recente -, e afirmou que “perdeu a conta” aos outros discos em que colaborou e aos espetáculos em que participou.

Publicou cinco livros de poemas e três de poemas traduzidos por si, tendo ainda traduzido onze peças de teatro.

Quanto à programação para este ano, Clara Riso disse que estão previstas “visitas mais acessíveis”.

“Começámos no final do ano passado a fazer visitas com interpretação em língua gestual portuguesa, realizando a primeira já este mês, com áudio descrição”.

As aulas de poesia mundial - "Barrento/Goethe", "Mega Ferreira/Dante" - contam com "a escolha dos poetas feita a partir da Biblioteca Particular de Fernando Pessoa", pelos autores das "aulas", "e pensámos em quem poderia dar as aulas sobre eles”, acrescentou.

Foto: DR/FMS

 

 

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Ricardo Ribeiro estreia-se no Irão

por FMSimoes, em 14.01.18

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Ricardo Ribeiro estreia-se no Irão, na terça-feira, no Festival Fajr, em Teerão, onde interpretará temas do seu repertório, com incidência no mais recente álbum em nome próprio, "Hoje É Assim, Amanhã Não Sei".

O fadista, distinguido com dois Prémios Amália, é acompanhado no palco iraniano pelos músicos José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Carlos Manuel Proença, na viola, e Daniel Pinto, na viola baixo.

Ricardo Ribeiro venceu no ano passado o Prémio Carlos Paredes/Vila Franca de Xira ex-aequo com o Quarteto ARTEMSAX & Lino Guerreiro, e fez parte do álbum “From Baroque to Fado”, do ensemble Os Músicos do Tejo.

A atuação de Ricardo Ribeiro, em Teerão, surge na sequência da crescente internacionalização do fadista, que no ano passado se estreou nos palcos britânicos.

Refira-se que revista britânica Songlines, publicação especializada em músicas do mundo, nomeou, em 2017, o fadista para o Prémio Melhor Artista do Ano, pelo seu álbum "Hoje é Assim, Amanhã Não Sei", que considerou ser a consolidação do intérprete de "Porta do Coração".

A Songlines tem seguido de perto a carreira de Ricardo Ribeiro, e já em 2008 o identificara como "Rising Star of Fado" ("Estrela em Ascensão no Fado").

No ano passado, entre outros palcos, a voz de Ricardo Ribeiro fez-se ouvir na Índia, Senegal, Lituânia, Noruega, França, Bélgica e Espanha.

Depois do Irão, Ricardo Ribeiro atua no dia 31 de janeiro, em Saint-Étiènne de Rouray, em França, no Thêatre du Rive Gauche.

O criador de “Canção das águas claras” regressará a França em fevereiro, atuando em Orléans. Em março, depois de uma nova atuação francesa, em Achéres, inicia uma digressão pelos Estados Unidos. Em abril, o intérprete de “Soneto de mal amar” estreia-se no palco da Konzerthaus, em Viena.

No ano passado, no Festival Internacional de Música Fajr atuou o fadista Camané.

 

Foto: Hugo Moura/FMS

 

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