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O novo livro de Deana Barroqueiro, “1640”, é publicado no dia 21 de novembro pela Casa das Letras, um “romance que surge na sequência do ‘D. Sebastião e o Vidente’ [2006]”, anunciou o grupo editorial LeYa.

A data que dá título ao romance remete para a restauração da independência de Portugal, “quando os portugueses se revoltaram e elegeram um rei natural, D. João IV”, pondo fim à união ibérica sob a coroa de Espanha.
“O romance surge na sequência de ‘D. Sebastião e o Vidente’, depois do trágico fim da monarquia de Avis e da anexação de Portugal por Espanha, decorrendo a ação entre 1617 e 1667, período riquíssimo em factos, dramas e personagens, que lutam pela sua libertação e sobrevivência, face a uma crise social, económica e política, imposta por Filipe IV de Espanha e o seu representante o duque de Olivares, coadjuvados por Diogo Soares e Miguel de Vasconcelos, um triunvirato que só terá paralelo na ‘troika’ de 2011”, afirma a editora.
“Quatro guias singulares conduzem o leitor nesta viagem ao passado, através dos seus dramas pessoais e coletivos: o poeta proscrito Brás Garcia Mascarenhas, autor da epopeia ‘Viriato Trágico’, a professa Violante do Céu, a décima musa da poesia barroca, enclausurada no convento, D. Francisco Manuel de Melo, o maior prosador ibérico do século XVII, prisioneiro na torre; e o padre António Vieira, o mais brilhante pregador do seu tempo, a contas com a Inquisição”, acrescenta.
Também no dia 21 de novembro, pela Oficina do Livro, outra editora do grupo LeYa, é publicado “Parem Todos os Relógios”, de Nuno Amado, uma história que começa quando “a professora de literatura Helena Remington, de 36 anos, se apaixona por Fabrizio, um italiano de visita a Lisboa”.
“O romance entre os dois, intenso e tórrido, é porém abruptamente interrompido por um acidente de automóvel na costa italiana onde ambos passavam férias. Decorridos 20 anos sem notícias de Fabrizio, Helena recebe uma carta da filha dele com um pedido ousado e urgente, que para o satisfazer, terá de lançar-se na mais arriscada aventura da sua vida”, refere a editora.
Também pela Oficina do Livro é publicado no dia 14 de novembro, “A Minha Causa”, de Tarantini. Segundo o grupo LeYa, esta obra “é a causa de muitos, a causa que Tarantini quer deixar como legado aos jovens, aos profissionais, aos educadores e aos treinadores”.
Tarantini é o nome pelo qual é conhecido o futebolista Ricardo José Vaz Alves Monteiro, de 34 anos, que atualmente faz parte da equipa do Rio Ave.
Por esta editora do grupo LeYa é publicado, também no dia 14, “20 Anos - Linha Avançada”, do radialista José Nunes, livro em que aborda precisamente o programa que foi para o ar pela primeira vez há 20 anos, enquanto no dia 21 de novembro é lançado “Sobre o Amor”, terceiro romance de Daniel Oliveira, apresentador do programa televisivo “Alta Definição”.
Outras duas editoras deste grupo contam publicar títulos no dia 14 de novembro: a Asa “Os Anos da Inocência”, da britânica Elizabeth Jane Howard e pelas Publicações D. Quixote sairá “A Sede”, do escritor norueguês Jo Nesbø, de 57 anos.
Com a chancela da Asa saiu a 06 de novembro, o romance de John Green, “Mil Vezes Adeus”. Este será o quinto título do autor, sucedendo ao ‘bestseller’ “A Culpa é das Estrelas”.
Pelas Publicações D. Quixote é editado no dia 14 de novembro "A Felicidade Nesta Vida", de S.S. o Papa Francisco. Uma das meditações do pontífice incluída nesta obra é a seguinte: "A felicidade não se compra. A felicidade que se compra não dura. Tende a coragem da verdadeira felicidade!”.

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A Hemeroteca Municipal de Lisboa anunciou a colocação 'online' de dois títulos relativos à cidade de Lisboa, Inventário de Lisboa (1944-1956) e “O Poema de Lisboa”, de Augusto de Santa Rita (1888-1956), editado postumamente, em 1957.

O Inventário de Lisboa publicou-se em 12 fascículos, entre 1944 e 1956, da responsabilidade do olisipógrafo Norberto de Araújo (os primeiros 10) e de Durval Pires de Lima, com capa de Martins Barata, ilustrações de José Espinho, Carlos Ribeiro e Rosa Duarte, e fotografias de Horácio Novais.

A HML afirma que “o Inventário de Lisboa persiste, ainda hoje, como obra de referência para o estudo do património edificado, incluindo monumentos nacionais e municipais, palácios, antigos paços, igrejas, ermidas, restos conventuais, edifícios públicos, quanto existe das defesas arqueológico-militares, túmulos, cruzeiros, chafarizes, obeliscos, monumentos consagratórios, elementos heráldicos, ruínas, portas, etc., inclusive o que, embora propriedade particular, se entende pertencer ao património espiritual da cidade”.

O inventário está disponível em http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/Periodicos/InventariodeLisboa/InventariodeLisboa.htm.

Quanto a “O Poema de Lisboa é "dum tão terno, fragrante e sentido lirismo citadino, canta os espaços, os costumes e as figuras tradicionais da cidade”, afirma a HML, realçando “o assinalável esmero gráfico” e as ilustrações gráficas de Paulo Ferreira. A publicação está agora disponível em http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/RaridadesBibliograficas/Raridades_OPoemadeLisboa.htm.

 

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